
Vergonha!
A vergonha é um sentimento nobre, é o sentimento dos homens com H grande. Vergonha é o sentimento que os sem vergonha não podem, evidentemente, ter.
Cavaco mostrou mais uma vez a sua pequenez, quer como pessoa, quer sobretudo como homem de Estado.
Ainda todos nos lembramos da arrogância intelectual quando, há anos atrás, afirmou que nunca se engana e raramente tem dúvidas. Como homem pode afirmar todas as idiotices que lhe vierem à cabeça, mas como homem de Estado deve pensar duas vezes antes de fazer tais comentários.
Cavaco é um tecnocrata inculto, mas como Presidente da República Portuguesa, como Presidente de todos os Portugueses e com a idade que tem, já devia ter percebido que um Presidente da República não pode colocar as suas convicções pessoais à frente do seu dever como homem de Estado.
Cavaco, o homem, podia não gostar de Saramago, é algo de pessoal, mas como Presidente da República ele não representa o cidadão Cavaco Silva, mas o Estado Português, isto é, todos os Portugueses.
Como mais alto representante do Estado Português, Cavaco não podia ignorar a grandeza, nem as fraquezas, desse vulto da cultura Nacional e Internacional que foi, é, José Saramago.
Saramago foi uma personagem polémica, até na hora da sua morte, pois até na morte soube trazer à tona toda a mediocridade dos homens medíocres, Cavaco e não só.
Cavaco, tal como o seu ex-ministro Lara, mostraram bem a pequenez dos politiqueiros portugueses, tal como no passado um tal Dantas, glosado e ridicularizado por Almada Negreiros.
Pegando no Manifesto anti-Dantas, apenas posso afirmar:
A vergonha é um sentimento nobre, é o sentimento dos homens com H grande. Vergonha é o sentimento que os sem vergonha não podem, evidentemente, ter.
Cavaco mostrou mais uma vez a sua pequenez, quer como pessoa, quer sobretudo como homem de Estado.
Ainda todos nos lembramos da arrogância intelectual quando, há anos atrás, afirmou que nunca se engana e raramente tem dúvidas. Como homem pode afirmar todas as idiotices que lhe vierem à cabeça, mas como homem de Estado deve pensar duas vezes antes de fazer tais comentários.
Cavaco é um tecnocrata inculto, mas como Presidente da República Portuguesa, como Presidente de todos os Portugueses e com a idade que tem, já devia ter percebido que um Presidente da República não pode colocar as suas convicções pessoais à frente do seu dever como homem de Estado.
Cavaco, o homem, podia não gostar de Saramago, é algo de pessoal, mas como Presidente da República ele não representa o cidadão Cavaco Silva, mas o Estado Português, isto é, todos os Portugueses.
Como mais alto representante do Estado Português, Cavaco não podia ignorar a grandeza, nem as fraquezas, desse vulto da cultura Nacional e Internacional que foi, é, José Saramago.
Saramago foi uma personagem polémica, até na hora da sua morte, pois até na morte soube trazer à tona toda a mediocridade dos homens medíocres, Cavaco e não só.
Cavaco, tal como o seu ex-ministro Lara, mostraram bem a pequenez dos politiqueiros portugueses, tal como no passado um tal Dantas, glosado e ridicularizado por Almada Negreiros.
Pegando no Manifesto anti-Dantas, apenas posso afirmar:
Morra o Cavaco! Morra! Pim!