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quinta-feira, 5 de março de 2015

EU TENHO VERGONHA DO MEU PAÍS!

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo a falta de carácter e de verticalidade dos políticos do chamado arco do poder.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo, e ouço, os milhares e milhares que sofrem em silêncio.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo que ainda são os velhos que levantam a voz contra os ladrões.

Eu tenho vergonha do meu país, quando centenas de pessoas foram incentivadas a aplicar as poupanças da suas vidas em investimentos que os levaram à ruína.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo que o próprio Presidente da República incentivou portugueses a investir no BES elogiando a sua gestão e idoneidade financeira.

Eu tenho vergonha do meu país, quando o BPN e os malfeitores que o governaram levaram o país à ruína e continuam a viver à tripa forra.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo os políticos que deviam estar nas primeiras filas nas ruas, se entretêm com jogos políticos sobre o poder.

Eu tenho vergonha do meus país, quando vejo que cada vez há mais ricos à custa de mais pobres.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo a falta de capacidade crítica dos Portugueses e a sua vontade de viverem da ilusão. Cada qual olhando para o seu umbigo em vez de olhar para o mundo sem se sentirem repugnados.

Eu tenho vergonha do meu país, quando vejo milhões que, no seu egoísmo, olham para o lado para não sentirem vergonha porque são cobardes.

EU TENHO VERGONHA DO MEU PAÍS!

domingo, 13 de outubro de 2013

QUANDO OS LOBOS UIVAM

"Quando os Lobos Uivam", livro de Mestre Aquilino Ribeiro traz-me à memória a minha infância.

Quando, pela mão da minha mãe, ia à Feira do Livro do Porto, ao passar pelas bancas perguntava ela: "Tem o livro 'Quando os Lobos Uivam' de Aquilino Ribeiro?".

A resposta era, invariavelmente, a mesma: "Não, minha senhora, esse livro está retirado do mercado".

Perguntava eu: "Mas mãe, se sabe que o livro não está à venda, porque pergunta?"

Ao que ela me respondia: "Para saberem que há sempre gente que resiste à ditadura.". A minha mãe foi a minha escola de resistência.

Obrigado Mestre Aquilino!

OBRIGADO MÃE!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Diálogo de Surdos

Quando o "diálogo é de surdos" é porque já não existe comunicação possível.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Como És?



Já passaste por muito na vida. Já sofreste, já amaste, já choraste e sorriste, já gritaste e desejaste gritar, já lutaste e deixaste lutas para trás. És um lutador e sabes que na vida tudo se consegue de cabeça erguida . Sabes que para alcançares a meta é preciso torcer os dois pés; sabes que há gente mesquinha mas também existem boas pessoas. Amas com tudo o que tens e contigo é sempre para durar. Continua assim, mesmo naqueles momentos em que parece que o Mundo caiu em cima de ti.

Fonte: Facebook Quiz

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dia da Libertação


Quantas vezes olhamos para o prisioneiro, o prisioneiro de ideias, de palavras, de amor... e perguntamos: Porque não te libertas?

Ao que ele nos responde: Para me libertar tenho de ter consciência de que sou prisioneiro.

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A verdade é que nem sempre é fácil a percepção de que se é prisioneiro pois, na maior parte dos casos, o carcereiro faz-te pensar que o prisioneiro é ele. Ele, o carcereiro, deu-te tudo, deu-te uma casa, deu-te um lar, deu-te um filho, deu-te amor, e tu? O que lhe deste tu?

O carcereiro alguma vez te amou para além de palavras ocas pronunciadas em momentos de ocasião? O carcereiro alguma vez te deu ouvidos simplesmente para te ouvir e não para que concordasses com ele? O carcereiro alguma vez te deu uma palavra quando tu mais precisavas?

O carcereiro urdiu uma teia, juntamente com os seus apaniguados. Uma teia que te amordaçou, uma teia que te secou as ideias, uma teia que te fez sentir carcereiro do teu carcereiro.

Faz hoje anos que iniciaste a tua luta pela libertação. Foi dura e difícil a libertação, também por isso tem muito mais valor. Inicialmente nem tiveste consciência disso. Não tinhas consciência de que te encontravas aprisionado, num mundo e num modelo que não era o teu. Achavas que o amor quebraria todas as barreiras. Estavas enganado e confuso com as tuas próprias ideias. Acreditaste quando te disseram "Amo-te" que isso era mesmo verdadeiro. Pior, o teu carcereiro também acreditou.

Entraste em desespero e cometeste loucuras porque amavas. Quase destruíste a tua vida. Quase te auto-destruíste. Por quê? Para quê?

Não venceste o desespero e a angústia sozinho, alguém colheu a flor do seu jardim e cuidou de ti. E tu? Sim tu o que fizeste? ganhaste asas de novo e partiste. Partiste para voar. Sim para voar.

Eras prisioneiro e libertaste-te, não te tornes agora carcereiro.

Voa, mas não esqueças nunca os que te deram asas, aqueles que te amaram pelo que eras, e és, e não pelo que gostariam que fosses, alguém amorfo e dócil, incapaz de ter vontade própria e que deveria sempre sujeitar-se à vontade do seu carcereiro.

Por fim agradece ao teu carcereiro, pois foi ele que, cansado de te aturar, cansado de te ter por prisioneiro, te lançou para a sarjeta, pensado que te irias afundar, enganou-se, por isso lhe deves agradecer, pois foi ele que fez despertar em ti a consciência de que eras seu prisioneiro e isso deu-te a força suficiente para lutar pela tua libertação.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

É Natal?



É Natal! Dizem!


A ilusão,o consumismo e a hipocrisia fazem parelha com a época que vivemos, mas para mim que sou ateu e portanto esta, como tantas outras festas têm um único pretexto, juntar família e amigos e reflectir sobre as agruras que se aproximam, debater e encontrar saídas para a luta renhida que é a nossa vida.

Onde está o Natal? Onde está o natal dos que sofrem em silêncio? Onde está o natal das vozes caladas pelo capitalismo, pelos senhores do Mundo?

Porque continuamos a acreditar no Pai Natal da mesma forma que acreditamos num qualquer salvador que aparecerá numa tal manhã de nevoeiro?

Porque não começamos a acreditar em nós próprios e na nossa capacidade de transformar o Mundo, de conseguirmos a felicidade na terra, através da solidariedade e não da caridade?

Sem hipocrisia e sem falsa modéstia a capacidade de mudar, de transformar, está dentro de nós próprios, por isso não desperdicemos o que temos de melhor.

Deixo-vos aqui um maravilhoso poema de António Gedeão e uma música de Zeca Afonso pelo Natal dos que não têm Natal:

Dia de Natal

Hoje é dia de era bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.

É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
Entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)

Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.

Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.

Cada menino
abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora
já está desperta.
De manhãzinha,
salta da cama,
corre à cozinha
mesmo em pijama.

Ah!!!!!!!!!!

Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.

Jesus
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.

Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.

Já está!

E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.

Dia de Confraternização Universal,
Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.

Natal dos Simples

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Parabéns Mãe!


Hoje fazes anos.

Que saudades que eu tenho do teu aconchego, do teu colo, de me sentir pequenino e envolvido pelo teu amor.

Que saudades tenho das noites em que me adormecias enquanto me contavas ou lias as histórias do "Menino da Mata e o seu Cão Piloto" ou ainda "O Suave Milagre", e tantas, tantas outras histórias que moldaram a minha personalidade, os meus valores, o meu desejo de voar e de ser livre.

Obrigado Mãe!

Parabéns Mãe!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Perguntas a mim próprio

Quem sou eu? Para onde vou? Quantas verdades existem dentro de mim?

Sou um tipo capaz, sou alguém que se entrega, que ama, que gosta de ser amado. Sou também um pouco preguiçoso, de tal forma que essa preguiça algumas vezes se mistura com desleixo. Sou também um pouco distraído, de tal forma que a minha distracção pode parecer, por vezes, ausência. Sou alguém com muitas virtudes, mas também com muitos defeitos. Sou uma constante encruzilhada de mim próprio.

Sei por onde não vou e cada vez mais começo a perceber para onde quero ir. Sei o caminho que tenho de percorrer para a minha felicidade, a qual é a minha maior e única ambição. Sei as vezes sem conta em que desperdicei a sorte, que não soube fazer opções correctas, que me perdi por optar pelo que aparentemente era mais simples, quando era apenas um caminho sem retrocesso. No meio de todos os caminhos falhados ou perdidos também tenho tido alguma sorte em encontrar a possibilidade de começar algo novo. É neste ponto que me encontro, a dar passos, trilhando um novo caminho, o meu caminho, aquele com que sempre sonhei e que tantas vezes desperdicei ou rejeitei. É este o caminho que vou trilhar, aquele que sempre esteve dentro de mim.

Só existe uma verdade em mim, a da autenticidade, tudo o resto não passou de uma mentira que julguei ser verdade. Não, não culpo ninguém, apenas a mim próprio por não saber optar ou por me recusar a fazer escolhas esperando que o dia seguinte trouxesse respostas. Mas agora sei onde está, qual é o meu caminho e a minha verdade.

Sei o que sou, sei para onde vou e conheço a minha verdade, portanto saberei resistir e contornar tudo aquilo que me desviar do meu rumo. Mesmo que uma ou outra vez dê algum sinal de fraqueza, seguirei sempre em frente, porque o amor é a maior riqueza que tenho e nada faz sentido sem ele. Não, não vou criar um personagem, vou viver com autenticidade, por mim, pelo meu amor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fumar



Hoje vou deixar de fumar!

É o dia ideal para deixar o que gosto e que me dá prazer, mas que me faz mal.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Advogados


Justiça por Marília Chartune

Sem querer generalizar, embora tenha a percepção que uma grande percentagem de advogados no nosso país faça o mesmo, vou contar uma pequena história.

Há cerca de três anos precisei de recorrer aos serviços de um advogado por três vezes, não vou relatar o motivo porque é pessoal.

A primeira vez que fui ao seu consultório apenas lhe pedi um esclarecimento sobre um determinado documento. Deu-me o esclarecimento, mas não me alertou para algo que mais tarde me obrigou a recorrer aos seus serviços. A conversa não durou nem 30 minutos.

Das segunda e terceira vezes que fui ao seu consultório (cerca de meia hora por cada consulta), já por causa de não me ter alertado para algo que estava escrito no dito documento, o senhor doutor, sempre muito simpático, fez meia dúzia de telefonemas a outro advogado, recebeu um fax, conseguiu um acordo verbal e deixou ficar o assunto em banho Maria, a coisa estava correr-lhe bem e, provavelmente ao colega também, por isso resolvi prescindir dos seus serviços.

Pedi-lhe a conta pelos serviços prestados, dando por encerrada a questão, agradeci o trabalho realizado, mas a partir daquele momento as duas partes tratariam do problema directamente. O valor solicitado foi uma enormidade (750 Euros) para hora e meia a duas horas de conversa, meia dúzia de telefonemas, um pequeno documento (tipo chapa 5) e um fax recebido.

Lamentou que tivesse prescindido dos seus serviços, disse-me que tinha comunicado ao colega que eu tinha decidido encerrar o caso e que, segundo me contou, o colega também lamentou. Pois acredito que ambos tenham lamentado, o problema era ligeiro e só aconteceu por uma falta de diálogo, passageiro diga-se, entre os interlocutores, enquanto que os ditos senhores doutores estavam a sacar uma pipa de massa às pessoas que "representavam".

Inocentemente pedi-lhe um recibo. A resposta do senhor doutor foi curta e grossa: para passar recibo tinha de acrescentar o IVA, mais 21% (965 Euros). Na altura estava com a minha vida financeira muito complicada, porque tinha sido obrigado a grandes despesas nesse ano. Por isso cedi à chantagem e o dinheiro foi transferido para uma conta bancária.

Como sabemos a maioria dos políticos são oriundos da advocacia e quando são denunciados por falcatruas juram a pés juntos que estão de consciência tranquila, que é tudo uma cabala, que são bons pais de família, que vão à missa todos os dias, que até são sócios do clube A, B ou C e amigos pessoais dos respectivos presidentes, etc.

Sei que pactuei com a fraude, tenho como atenuante a minha situação económica para ceder à chantagem, mas deixo aqui o alerta para que não se caia neste tipo de chantagens. Eu não voltarei a fazê-lo, por mais simpáticos que sejam os senhores doutores.

Por outro lado é necessário que haja transparência em relação aos serviços prestados pelos advogados, para isso deve ser dado conhecimento prévio aos potenciais clientes, das tabelas de honorários que estes senhores doutores podem cobrar de acordo com o serviço solicitado.

domingo, 26 de julho de 2009

OBRIGADO MÃE!

A vida é bela e a cada tropeção fazemos nascer uma nova esperança. O caminho, tal como me ensinaste, é sempre em frente.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Despedida

Que todos vejam na inquietação um meio para chegar mais longe.

Agora que vou partir da escola onde permaneci nos últimos cinco anos, levo comigo saudade de alguns momentos felizes, mas também alguma amargura. Não deixo saudades nem espero reconhecimento.

Eu sou um péssimo professor. Não pretendo mostrar aquilo que não sou, porque sou assim: transparente.

Não acredito em amizades cantadas, nem em pretensas reconsiderações e elogios de última hora.

Não, nós não somos todos irmãos.

Eu sou assim... FRONTAL!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Ruína de Mim



Estou cego de um olho
E não consigo ver do outro.

Tenho a minha vista toldada!

Sinto o peito esmagado
Por uma liberdade irreal.

Tenho a minha vida arruinada!

Abro a boca em desespero
Tentando absorver a eternidade.

Tenho a minha vida estrangulada!

domingo, 3 de maio de 2009

Dia da Mãe


Eu e a minha Mãe (aqui com 88 anos) em 2 de Setembro de 2002.
A minha Mãe morreu faltava cerca de um mês para completar 90 anos.


A minha mãe está sempre comigo e em mim, não preciso de um dia especial para a recordar nem para lhe dizer:

OBRIGADO MÃE! AMO-TE!

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Para partilhar convosco algo que herdei da minha mãe, para além do carinho e do amor, mas isso é algo que só poderei dar tentando seguir o seu exemplo, deixo-vos aqui a receita da Bôla de Bragança, tal como a minha mãe a fazia.

BÔLA DE BRAGANÇA

Ingredientes:

• 1 Kg de farinha de trigo
• 7/8 ovos
• Azeite qb (pouco)
• 30 g de fermento padeiro
• Sal a gosto, mas atenção não é necessário muito porque as carnes já são salgadas
• Carnes variadas de preferência desossadas (fêveras de porco, peito de frango, enchidos e fumeiro, presunto, carne de caça, etc)
• 1 forma sem buraco, pode ser um tacho sem asas de plástico.

Modo de fabrico:

Amornam-se 8 ovos levemente. Põe-se um pouco de azeite a amornar. Numa tigela desfaz-se cerca de 30 g. de fermento de padeiro em água morna.

Num alguidar, junta-se 1 kg. de farinha com o fermento e amassa-se. Juntam-se os ovos um a um, e vai-se amassando sempre. Junta-se o azeite. Junta-se o sal. Pode haver necessidade de juntar mais farinha, sabe-se que tem a farinha necessária quando a massa deixa de se agarrar às mãos. Amassa-se muito, muito bem.

Faz-se uma bola, cobre-se com um pano quente, mas antes faz-se uma cruz na massa.

Fica a levedar enquanto se preparam as carnes.

Fêveras fritas, frango estufado, fatias finas de toucinho fumado, linguiça, chouriço, paio, presunto. E tudo o mais que se quiser.

Aquece-se a forma, levemente, e unta-se com azeite. Forra-se a forma com massa e vai-se recheando às camadas intercaladas de carnes e massa. Vai ao forno.

Maria Luísa Strecht Rietsch Monteiro

domingo, 26 de abril de 2009

Formatação



Prefiro ser um diamante em bruto do que um formatado. Recuso que me formatem do mesmo modo que recuso formatar os outros.



A verdadeira beleza está no que não se vê, naquilo a que só alguns conseguirão chegar e não no que se ostenta.

domingo, 19 de abril de 2009

Não Acredito


Não acredito na justiça.

Não acredito no sistema de saúde.

Não acredito no sistema de ensino.

Não acredito nos políticos.

Não acredito no Estado.

Não acredito no Homem.

Não acredito nas religiões.


Acredito na liberdade e no amor!