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domingo, 9 de novembro de 2008

Depois da Euforia


Acabada a manifestação de ontem, outra se avizinha: a do dia 15 de Novembro. Nesta os professores devem, tal com na de 8 de Novembro, comparecer em força. Não podemos deixar que os argumentos demagógicos de manipulação político-sindical colham adeptos junto da opinião pública.

A luta dos Professores extrapola largamente a luta político-sindical que o Governo pretende explorar. Isso é conversa de políticos e da casta política e é usada normalmente por ambas as partes. É uma espécie de jogos florais da dialéctica político partidária.

A luta dos professores é uma luta pela qualidade do ensino e não a de se colocarem ao serviço de organismos político-partidários, sejam eles quais forem. É preciso separar as águas. São bem-vindos todos os apoios à luta dos professores, mas bem-vindos não quer dizer que os Professores se deixem manipular ou se encontrem ao serviço daqueles.

É preciso desmascarar a mensagem demagógica que a Dona Maria de Lurdes tentou passar para a opinião pública.

Uma reforma, seja ela qual for, deve ser pensada. Pensada e elaborada com aqueles a que se destina e que a vão aplicar.

Ninguém pode ser avaliador à força. Não é verdade que as escolas não estejam atafulhadas de burocracia inútil. Não é totalmente verdade que sejam os agora designados pela Dona Maria de Lurdes de professores séniores que estejam a avaliar os, provavelmente, professores júniores.

Não tenho dúvidas de que, para bem da qualidade do ensino, seja necessária uma profunda reforma. Uma reforma negociada directamente com os professores, testada nas escolas e com os professores, para evitar ao máximo as injustiças que uma nova estruturação de carreira e um novo processo de avaliação trará. Não sou defensor de uma avaliação externa, mas sim de uma avaliação interna feita por aqueles que querem avaliar e não por avaliadores feitos à pressa, que não têm vocação para avaliar os colegas nem o pretendem fazer, isto apesar das lavagens ao cérebro a que os professores avaliadores têm estado sujeitos nos últimos meses, com sessões intensivas de formação "colada a cuspe", com se fosse possível mudar mentalidades e criar, como que por geração espontânea, milhares de avaliadores que não o querem ser.

Qualquer professor está habituado a avaliar, por isso sabe bem quais as dificuldades da avaliação e o seu carácter subjectivo. Por isso sabe que o processo de avaliação deve ser perfeitamente amadurecido e testado. Não são necessárias pressas. A pressa é inimiga da perfeição. Uma avaliação numa fase de transição deve, sem sombra de dúvida, ser formativa nunca punitiva. Não é ameaçando com o quadro de indisponíveis, ou mesmo o desemprego, milhares de professores em fim de carreira que o Ministério vai arranjar aliados. Não é excluindo do processo de avaliadores milhares de professores competentes simplesmente porque são ligeiramente mais novos. Não é colocando professores de EVT a avaliar professores de Educação Musical, professores de História a avaliar professores de Geografia, professores de Ciências a avaliar professores de Matemática e outras aberrações no género.

Em primeiro lugar deve ser criado o perfil do avaliador, o qual deverá ser exaustivo a definir competências pedagógicas, científicas e humanas do avaliador; testar as competências do pretenso avaliador, que deverá ser voluntário e baseado em critérios de qualidade pessoal, humana, pedagógica e científica e não baseado no pressuposto de que a idade e a experiência são suficientes para fazer professores capazes de avaliar outros professores. A experiência é sem dúvida um critério importante, mas não pode ser o mais importantes, nem muito menos o único. Não estamos na Pré-História.

Não é verdade, pelo menos totalmente verdade, que sejam os eufemisticamente tratados agora por professores séniores que avaliam os agora ditos professores júniores. Muitos séniores são avaliados por colegas mais novos, com menos anos de serviço e, portanto, na lógica da Dona Maria de Lurdes com menos experiência. Passo a explicar: tiveram acesso à carreira de Professor Titular (agora designados pela Dona Maria de Lurdes por professores séniores!... Provavelmente vão passar a ter desconto nos passes sociais e nas visitas a museus!!??...), os professores que se encontravam, na altura, nos 8º, 9º e 10º escalões.

Os que se encontravam no 10º escalão passavam automaticamente a professores titulares desde que tivessem determinada pontuação relativa aos cargos desempenhados nos últimos 7 anos. Na prática todos passaram à categoria de Professor Titular, pois mesmos os poucos que não atingiram aquela pontuação acabaram por ser integrados na nova carreira, pois não fazia sentido que professores que já se encontravam no topo da carreira não fossem considerados Professores Titulares.

Os professores dos antigos 8º e 9º escalões podiam concorrer àquela categoria desde que tivessem determinada pontuação (superior à dos que se encontravam no 10º escalão) e desde que houvesse vagas, as quais eram estabelecidas pelo Ministério para cada escola. Muitos professores dos 8º e 9ºescalões optaram por não concorrer, porque pretendiam principalmente dar aulas em vez de avaliar os colegas (grande parte destes ficaram duplamente prejudicados, não ascenderam à categoria de Professor titular e, mais tarde, por falta de professores titulares suficientes para avaliação dos colegas do respectivo Departamento Curricular, foram obrigados, ou são obrigados, a ir avaliar, aquilo de que, por vontade própria, tinham abdicado com prejuízo da própria carreira. Depois há aqueles que concorreram e tinham pontuações superiores às exigidas, mas não ascenderam à categoria de Professor Titular, porque o Ministério estabeleceu cotas e portanto só um determinado número de professores podia ascender àquela categoria. Por outro lado, em alguns Departamentos Curriculares, por falta de candidatos que cumprissem as exigências do Ministério, ficaram como Professores Titulares colegas que tinham pontuações muito inferiores às exigidas.

Portanto a confusão e o factor sorte e arbitrário foi o que reinou. Uns ficaram Titulares porque o números de vagas (cotas), [já agora talvez a Dona Maria de Lurdes em conversa de café use a terminologia professor cota em vez de professor sénior], o permitiu, independentemente das opções obtidas, enquanto que outros se viram excluídos, apesar de reunirem as condições exigidas, porque tiveram o azar de estar colocados numa escola onde as vagas o não permitiram, mas se estivessem na escola vizinha já teriam sido "elevados" à categoria de Professor Titular.

As escolas estão de facto atafulhadas em burocracia, basta passar umas horitas numa qualquer escola para perceber este facto. Se a Dona Maria de Lurdes sabe deste facto, como o afirmou ontem frente às câmaras de televisão e diz que a culpa é das escolas e dos seus órgãos de gestão, esquecendo que os órgãos de gestão estão a tentar cumprir as directivas vindas directamente do ministério ou dos seus órgãos intermédios. Mas se sabe e não pretende usar de demagogia, porque será que nada faz para esclarecer a situação, para normalizar o funcionamento das escolas? Porque aparece com o argumento da autonomia das escolas, quando a autonomia que as escolas têm só serve para aligeirar as responsabilidades do próprio Ministério e, portanto, para arranjar bodes expiatórios, justificações para o fracasso e a incompetência do próprio Ministério, porque quando é de facto necessária autonomia ela nunca é concedida ou reconhecida?

Os professores estiveram 2/3 anos com a progressão na carreira congelada e a nova carreira docente estabelecida no novo ECD ignorou completamente, o tempo perdido pela maioria dos professores, "esquecendo-se" de os integrar na carreira antes de introduzir uma nova, quando ainda por cima os professores nem pediam efeitos retroactivos, apenas que lhes fosse considerando o tempo de serviço prestado de forma a serem colocados no escalão a que tinham direito.

Atropelos aos mais elementares direitos dos Professores, prepotência, autismo e demagogia é o apanágio dos diversos Ministérios da Educação, e não só deste em particular, entenda-se.

Pela revisão séria do ECD, pela instituição de um regime justo e equilibrado de avaliação, não pela imposição de modelos caducos, terceiro-mundistas que, tal como o Magalhães, se arvoram em originais e nacionalistas!

Por uma eficaz luta contra o abandono escolar sem penalização dos professores, pois a responsabilidade destes não é nenhuma. Não será que o problema da educação ultrapassa largamente o da política de educação para ser um problema de uma política de desenvolvimento baseada em pressupostos errados ou em incompetência governativa dos problemas sociais de fundo: emprego precário, desemprego, etc.

Uma palavra para os Sindicatos. Os sindicatos são fundamentais, a lei assim nos obriga. Qualquer luta dos professores tem de estar enquadrada pelos sindicatos. Uma greve não pode ser convocada sem um enquadramento sindical, senão pode ser considerada uma greve selvagem e ilegal. Por isso era necessário que os professores aumentassem as suas quotas de sindicalização, mas sobretudo a sua participação na vida sindical, pois só assim os Sindicatos poderão ser de facto o espelho dos Professores. As acusações de manipulação político-partidária utilizada pela Dona Maria de Lurdes é uma acusação demagógica e fruto, ela sim, de uma tentativa de manipulação político-partidária. A Dona Maria de Lurdes sabe muito bem que nesta luta são os sindicatos que vão a reboque dos professores e não o inverso, por isso usa a demagogia para descredibilizar a luta dos Professores. É uma artimanha que todos nós já conhecemos de longa data, portanto também aqui nada de novo, apenas uma radicalização ridículo que cada vez fecha mais as portas do diálogo.

Não quero terminar sem falar da anunciada greve para 19 de Janeiro. Porquê 19 de Janeiro? Porquê tão tarde? Porque desmobilizar o que está mobilizado? Porque não fazer esta greve já? Porque não iniciar esta greve no período de avaliações que se avizinha?

Por uma escola melhor e mais justa que seja o orgulho das gerações vindouras e não o seu carrasco!

Depois da euforia das manifestações, vividas com alegria e paixão, há que voltar à dura realidade das escolas e, sem medo, não baixar os braços e continuar a lutar apaixonadamente pela qualidade do ensino e pela justiça. Se não formos cidadãos justos como podemos formar cidadãos e fazer transmitir os valores de justiça às gerações vindouras?

sábado, 8 de novembro de 2008

Ferreira quê?...

Esta Dona Ferreira Leite esqueceu-se de quem é. Esqueceu-se do seu passado?

Esta Dona Ferreira Leite é simplesmente a versão mais enrugada da Dona Maria de Lurdes.

Esqueceu-se que o actual ECD e modelo de avaliação foi precisamente o por si defendido enquanto Ministra da Educação do Governo PSD. Esqueceu-se que as suas reformas só não foram avante porque o seu Governo não tinha maioria absoluta. Esqueceu-se que foi a responsável pelo congelamento dosa vencimentos e das carreiras. Esqueceu-se que a facada que deu agora nas costas do Governo PS é uma simples retaliação propagandística, uma réplica, da facada nas costa que recebeu do então PS?

De facto a casta política é uma vergonha, não tem coluna vertebral.

É por estas e por outras que os professores se vão manifestar nos dias 8 e 15 de Novembro.

Contra a degradação da qualidade do ensino público!

Contra o ECD!

Contra este modelo de Avaliação!

Contra a casta política que sobrevive à custa da manipulação!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Minha Luta

A minha luta é a luta dos professores. Não preciso de bandeiras nem de enquadramentos.

A minha bandeira é a da justiça, é a do orgulho de ser professor. Não preciso que me indiquem o caminho, porque sei bem por onde ir.

O meu caminho é o da indignação. Contra um ECD retrógrado e obsoleto. Contra a prepotência autista de um Governo mesquinho e populista.

A minha luta é a luta dos Portugueses! A minha luta é a luta da Humanidade! A minha luta é a luta da Solidariedade.

A minha luta não tem fronteiras, nem césares, nem deuses.

A minha luta é simplesmente a minha luta.

Pelo direito à indignação!

Os Professores vão dizer presente às manifestações de 8 e 15 de Novembro!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Basta! Pum!



* Adaptação do Manifesto Anti-Dantas, de Almada Negreiros, poeta d'Orpheu, futurista e tudo… *

MANIFESTO ANTI-MARIA DE LURDES

Basta pum basta!!!

Uma geração que consente deixar-se dominar por uma Maria de Lurdes é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!

Abaixo a geração Maria de Lurdes!

Corram com a Maria de Lurdes, corram! Pim!

Uma geração com uma Maria de Lurdes a cavalo é um burro impotente!

Uma geração com uma Maria de Lurdes ao leme é uma canoa em seco!

A Maria de Lurdes é meio demagoga!

A Maria de Lurdes é demagoga inteira!

A Maria de Lurdes saberá de sociologia, saberá estatística, saberá escrever sobre o estatuto dos engenheiros, saberá transformar uma anarquista numa ditadorazeca do terceiro mundo, saberá de tudo menos de educação que é a única coisa que se esperaria que ela soubesse!

A Maria de Lurdes pesca tanto de pedagogia que erigiu em fim principal da escola a ocupação dos tempos livres dos alunos ociosos, que transformou os professores em principal inimigo do Governo, que quis pôr o País inteiro contra os professores!

A Maria de Lurdes é uma habilidosa!

A Maria de Lurdes tem um trauma de infância contra os professores!

A Maria de Lurdes que foi professora primária esconde esta 'mácula' na sua biografia oficial. Sente vergonha de ter sido professora como quem tem vergonha da própria mãe. É uma vergonha!

A Maria de Lurdes transformou a pedagogia em demagogia!

A Maria de Lurdes manipula, tergiversa, mente e tenta colocar as escolas ao serviço dos interesses partidários!

A Maria de Lurdes quer destruir a escola pública!

Corram com a Maria de Lurdes, corram com ela! Pim!

A Maria de Lurdes fez um Estatuto da Carreira Docente que só poderia ter sido feito no Chile de Pinochet de onde o seu mestre anarquista, João Freire, o copiou mal e porcamente!

E a Maria de Lurdes teve claque! E a Maria de Lurdes teve palmas! E a Maria de Lurdes agradeceu!

A Maria de Lurdes é uma vergonha!

Não é preciso ir prá 5 de Outubro pra se ser pantomineiro, basta ser-se pantomineiro!

Não é preciso disfarçar-se pra se ser salteador, basta extrorquir aos professores os seus direitos como a Maria de Lurdes faz! Basta não ter escrúpulos nem morais, nem pedagógicos, nem humanos! Basta andar com as modas, com as políticas e com as opiniões do eduques, com as alucinações de um alumbrado como Valter Lemos! Basta usar o tal sorrisinho cínico, basta fazer aparência de muito delicada, e usar olhos meigos para os jornalistas! Basta ser Judas! Basta ser Maria de Lurdes!

Corram com a Maria de Lurdes, corram com ela! Pim!

A Maria de Lurdes nasceu para provar que nem todos os que governam sabem governar!

A Maria de Lurdes é um autómato que deita pra fora o que a gente já sabe o que vai sair..., bastando ter lido os textos alucinados daquela espécie de Menino do Lapedo fóssil que é Valter Lemos. Mas é preciso deitar mentiras, estatísticas manipuladas, dinheiro, prémios, livros e computadores para comprar os votos aos pais!

A Maria de Lurdes é uma doentia perturbação dela-própria!

A Maria de Lurdes em génio nem chega a pólvora seca e em competência é pim-pam-pum.

A Maria de Lurdes em poses eróticas no jornal Expresso é horrorosa!

A Maria de Lurdes tresanda a mentira e a demagogia!

Corram com a Maria de Lurdes, corram com ela! Pim!

A Maria de Lurdes é o escárnio da consciência!

Se a Maria de Lurdes é portuguesa eu quero ser do Chile, do país de onde importaram o Estatuto da Carreira Docente!

A Maria de Lurdes é a vergonha da intelectualidade portuguesa!

A Maria de Lurdes é a meta da decadência mental!

E ainda há uns propagandistas na comunicação social que não coram quando dizem admirar a Maria de Lurdes, quais Vitais Moreiras e outras lavadeiras das imundices da socratinada!

E ainda há quem lhe estenda a mão!

E quem lhe lave a imagem com campanhas de propaganda!

E quem tenha dó da Maria de Lurdes, imputando as culpas deste desastre ao inenarrável Valter Lemos!

E ainda há quem duvide que a Maria de Lurdes não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem decente, nem zero!

Continue a senhora Maria de Lurdes a governar assim que o País há-de ganhar muito com destruição das escolas públicas e há-de ver que ainda apanha uma estátua de cera no Museu dos Horrores e um monumento erecto por subscrição pública dos espanhóis que finalmente ao fim de oito séculos conseguirão destruir Portugal, e a Praça de Camões mudada em Praça Dr.ª Maria de Lurdes, e com festas da cidade plos aniversários, e sabonetes em conta Maria de Lurdes' e pasta Maria de Lurdes prós dentes, e graxa Maria de Lurdes prás botas e Niveína Maria de Lurdes, e comprimidos Maria de Lurdes, e autoclismos Maria de Lurdes e Maria de Lurdes, Maria de Lurdes, Maria de Lurdes, Maria de Lurdes... E limonadas Maria de Lurdes-Magnésia.

E fique sabendo a Maria de Lurdes que se um dia houver justiça em Portugal todo o mundo saberá que o autor de Os Lusíadas é a Maria de Lurdes que num rasgo memorável de modéstia só consentiu a glória do seu pseudónimo Camões.

E fique sabendo a Maria de Lurdes que se todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a gastar.

Mas julgais que nisto se resume a pedagogia portuguesa? Não Mil vezes não!

Temos, além disto o Secretário de Estado Valter Lemos, outro iluminado vítima da Síndrome de Legiferação Compulsiva que, como ela, esquecendo a sua formação docente, vive obcecado em perseguir os professores e em transformar os alunos num bando de ignorantes e insubordinados.
E há ainda a Directora Regional de Educação do Norte que, encarnado o espírito ditatorial de um engenheiro que não o é, se deleita a punir delitos de opinião e que proclamou ao mundo o direito inalienável dos alunos ao sucesso, mesmo que não saibam ler nem escrever nem contar. E há ainda o Director do GAVE especialista em fabricar exames nacionais para atrasados mentais, para mostrar ao mundo a grande sabedoria dos alunos portugueses.

Corram com a Maria de Lurdes, corram com ela! Pim!

Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mas atrasado da Europa e de todo o Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho das desvantagens e dos sobejos!
Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia - se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado!

Corram com a Maria de Lurdes, depressa, corram com ela! Pim!


*Adaptado de José de Almada Negreiros
Poeta d'Orpheu
Futurista E Tudo
1915 (2008)*


* Por um singelo Amante da Pátria Portuguesa indignado com a corja de bandidos e de incompetentes dirigidos pelo maior especialista em falsos diplomas que a história lusíada produziu, seja o dele próprio sejam os das Novas Oportunidades que ele distribui a esmo, transformando milagrosamente ignorantes em letrados, cabulões em engenheiros de obras feitas, nulidades em políticos do mais alto coturno maquiavélico, cavalidades em sábios ministros e secretários de estado *


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Obrigado amiga por este manifesto.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Professores Unidos

Pela união de todos os professores e contra as divisões as quais, por mais que tentem, não têm explicação nem justificação.

A melhor resposta de união que os professores podem dar é estarem presentes nas duas manifestações de 8 e 15 de Novembro.

Não precisamos de bandeiras nem de donos, todos vamos estar presentes nas marchas de indignação e de luta.

Não podemos deixar nas mãos dos outros o que está nas nossas, aqui e agora.

Todos às manifestações de 8 e 15 de Novembro!

A nossa presença será a nossa bandeira!


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Entretanto divirtam-se com o travesti da Dona Maria de Lurdes.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Quem Beneficia com a Divisão dos Professores?



Sou Professor e sindicalizado, estive na grandiosa manifestação de 8 de Março de 2008 em Lisboa.

Cerca de 120.000 professores estiveram na rua a manifestar conscientemente, pela primeira vez, o seu desagrado com a política educativa do actual Governo. Não foi somente uma manifestação contra a avaliação dos professores, mas sim contra o modelo de avaliação que está a tentar ser imposto pela equipa ministerial e pelo Governo populista do Senhor Sócrates.

Reconheço que a actual política educativa não é da responsabilidade exclusiva do actual Governo, pois todos, nos últimos anos, e particularmente o anterior, têm tentado pôr em prática o mesmo projecto. Aliás, este Governo fez aquilo que o anterior não conseguiu fazer, porque lhe faltava uma maioria absoluta no Parlamento.

Este ministério conseguiu, explorando o que de mais mesquinho existe na mentalidade das pessoas, criar uma elite de pequenos "reizinhos", que, sem critério algum de qualidade, foram transformados em prepotentes avaliadores, os quais, muitas vezes, extrapolando os seus poderes, acham-se acima da própria lei, autênticos deuses da sabedoria no Olimpo nirvânico da Dona Maria de Lurdes e do Senhor Sócrates.

Salvaguardo que, muito provavelmente, a maioria desta casta de professores, criada artificialmente por esta equipa ministerial, não se deixa envolver, nem intimidar, pela política autista e prepotente desta equipa governamental.

Que raio de avaliação é esta que obriga uns a avaliar os outros sem lhes perguntar primeiro se estão interessados? Que tipo de avaliação de desempenho vai ser feita quando todos trabalham na mesma escola, se conhecem perfeitamente e, muitas vezes, têm questões profissionais e até pessoais que os envolvem e lhes tiram clarividência? Que avaliação é esta que quer fazer avaliadores à força? Onde está a objectividade? Na burocracia?

Lembro que para atingir o lugar no Olimpo, ao lado do deus pai e da deusa mãe, os ditos professores, agora titulares, tinham que atingir um mínimo de 95 pontos relativos aos sete anos anteriores do seu desempenho. Ora como a equipa da douta Dona Maria de Lurdes estabeleceu cotas por escola para as vagas dos titulares, aconteceu que muitos professores com pontuações muito superiores ficaram de fora, mas, em contrapartida, muitos com pontuações muito inferiores ficaram dentro, porque como não havia ninguém para ocupar a respectiva vaga lá tiveram de promover aqueles. Onde está a coerência do tão apregoado modelo de excelência defendido pelo ministério?

Quem avalia quem? Muitas vezes os avaliados irão sê-lo por outros menos qualificados do que os próprios!

Porque é que uma reforma tão profunda como a que é necessário não começa, e quanto antes, pelo início da carreira e não pelo fim. Porque é que uma reforma tão importante quanto a que se impõe, exclui e penaliza uma larga faixa de professores que têm sido os motores do desenvolvimento das escolas, aqueles que já com bastantes anos de experiência, estão colocados na faixa etária dos 30 aos 45 anos. Não, não estou a puxar a brasa para a minha sardinha, não me encontro nessa faixa etária. Não, estes não interessam. Há sim que promover os que, estando em faixas etárias superiores, muitas vezes se alhearam da escola com o velho argumento de que a antiguidade é um posto.

Qualquer generalização é injusta, por isso estou a caricaturar a situação com o sentido de desmascarar a pseudo-objectividade e excelência desta pseudo-reforma do Senhor Sócrates e da Dona Maria de Lurdes. Conheço muitos professores titulares que rejeitaram esta lavagem ao cérebro e estaria a ser injusto com esses se o não afirmasse aqui.

No entanto, e quanto a mim, nem só a equipa ministerial e o Governo são os responsáveis pelo actual caos que reina na maioria das escolas. As reformas educativas fazem-se com os professores e não contra os professores. As reformas educativas fazem-se por princípios pedagógico-educativos e não corporativos. É por isso que estamos a assistir a que muitas escolas estejam a recusar o actual modelo de avaliação de desempenho dos professores, porque, a cumprir à risca a nova lei e a sua excessiva carga burocrática de um modelo não testado, irão colapsar e poderão correr o risco de vir a ter necessidade de mais pessoal para avaliar o desempenho dos professores do que professores para leccionar.

Neste contexto, e em termos práticos, a vitória alcançada pela luta dos professores e, em particular, pela sua grandiosa manifestação de 8 de Março de 2008, foi garantir o acesso a professor titular dos Deputados da Nação e dos Dirigentes Sindicais. Por muito injusto que possa estar a ser nesta constatação, esta é a dura realidade.

Mais do que nunca é visível que Governo e Sindicatos (tal como estão estruturados actualmente) são as duas faces da mesma moeda. Nenhum deles tem valor sem a existência do outro, ambos partilham o mesmo modelo e sem um não pode existir o outro. Governos e Sindicatos são os dois vectores que garantem o status quo e sobrevivência do sistema.

A evidência desta triste realidade está na "vitória" alcançada com a manifestação de 8 de Março último e com a realidade actual.

Após as cedências verificadas no passado recente e já anteriormente aqui glosadas, surgiu um movimento de professores que apelou a uma maior participação de todos os professores. Esse movimento foi acusado de divisionista e foi ridicularizado. No entanto, continuou a crescer, porque muitos professores não se vêem representados nos órgãos que deviam estar ao seu serviço e para os quais deveriam pagar as respectivas cotas e participar activamente nas respectivas reuniões, porque todos os professores têm obrigação de estar sindicalizados, seja em que sindicato for, mas também têm o dever de participar para legitimamente criticar, discordar das direcções sindicais e exigir que estas estejam de facto ao serviço dos interesses dos professores.

Eu sou sindicalizado, pago as minhas cotas regularmente e não concordo genericamente com a gestão desta situação por parte dos sindicatos. Vejo muito fogo de vista, muita vaidade balofa, muita encenação, muita manipulação, muito jogo de bastidores. Não pertenço nem integro qualquer movimento de professores auto-mobilizados. Sou um franco-atirador.

Neste sentido não compreendo, ou talvez compreenda bem demais, porque é que depois do movimento de professores independentes ter convocado uma manifestação para 15 de Novembro, os sindicatos marcaram outra para 8 do mesmo mês. Porque não no mesmo dia? Qual a necessidade de contar espingardas?

Que interesses políticos estão por detrás desta divisão? A quem interessa a divisão dos professores?

Eu não sou inocente, já a perdi há muito tempo. Há muitas e grandes responsabilidades em tudo isto e quem vai pagar a factura serão os professores.

Tal como dizia o professor Agostinho da Silva, sou a favor da instrução, no sentido de dar conhecimento, de abrir portas, de tornar as pessoas autónomas, porque a educação já é, de certo modo, uma ideologia, que coloca o alvo ao serviço do sistema, que manipula. Eu prefiro cidadãos conscientes e activos, com capacidade para pensar e para decidir, do que súbditos passivos, perfeitamente integrados e manipuláveis que mais não fazem do que estar ao serviço de um sistema que nos domina a todos.

Que a luta comece nas escolas, sem medos, com a rejeição da política educativa da Dona Maria de Lurdes e do Senhor Sócrates e de todas as outras Donas e Senhores mascarados de amigos dos Professores.

Antes de terminar, queria aqui deixar uma pergunta inocente: quem me explica como se faz a progressão na carreira dos políticos e dos militares?

Por uma política educativa activa e participativa!
Pela qualidade do Ensino!
Pela unidade dos Professores!
Por uma avaliação formativa e não punitiva!

sexta-feira, 14 de março de 2008

MOVIMENTO PROFESSORES REVOLTADOS

Meus amigos!

"O comício nacional do PS marcado para o dia 15 de Março no Porto, que levará José Sócrates ao reencontro com as bases, foi transferido da Praça de D. João I para o Pavilhão do Académico, uma mudança que "protegerá" o líder socialista de qualquer imprevisto vindo da rua."

(Público, 06.03.08)

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Convocam-se todos os professores para, no dia 15 de Março, estarem presentes à porta do Pavilhão do Académico (Rua de Costa Cabral) às 15h 30m,

Concentração às 14h na Praça do Marquês de Pombal (Porto), não para "atacar" sua excelência, porque os professores não são arruaceiros!

Vamos dar-lhes mostras da nossa DIGNIDADE mas também da nossa IRREDUTIBILIDADE!...

Todos de NEGRO e em SILÊNCIO!... Os cartazes dirão o que se tiver a dizer!... Os meios de comunicação serão a nossa voz!


Acima de tudo, temos de mostrar que os vilões são eles!

  • Por uma carreira única!
  • Por uma avaliação formativa e não punitiva!
  • Pela melhoria de condições nas escolas!
  • PARTICIPA! DIZ PRESENTE!

"Vivo em roxo e morro em som!" Mário de Sá-Carneiro

quarta-feira, 12 de março de 2008

A Avaliação dos Professores

Como se pode avaliar professores, quando o Estado sistematicamente os "deseducou" durante 30 anos? Como se pode avaliar professores, quando o ethos do "sistema de ensino" foi durante 30 anos conservar e fazer progredir na escola qualquer aluno que lá entrasse? Como se pode avaliar professores, se a ortodoxia pedagógica durante 30 anos lhes tirou pouco a pouco a mais leve sombra de autoridade e prestígio? Como se pode avaliar professores, se a disciplina e a hierarquia se dissolveram? Como se pode avaliar professores, se ninguém se entende sobre o que devem ser os curricula e os programas? Como se pode avaliar professores se a própria sociedade não tem um modelo do "homem" ou da "mulher" que se deve "formar" ou "instruir"?

Sobretudo, como se pode avaliar professores, se o "bom professor" muda necessariamente em cada época e cada cultura? O ensino de Eton ou de Harrow (grego, latim, desporto e obediência) chegou para fundar o Império Britânico e para governar a Inglaterra e o mundo. Em França, o ensino público, universal e obrigatório (grego, latim e o culto patriótico da língua, da literatura e da história) chegou para unificar, republicanizar e secularizar o país. Mas quem é, ao certo, essa criatura democrática, "aberta", tolerante, saudável, "qualificada", competitiva e sexualmente livre que se pretende (ou não se pretende?) agora produzir? E precisamente de que maneira se consegue produzir esse monstro? Por que método? Com que meios? Para que fins? A isso o Estado não responde.

O exercício que em Portugal por estúpida ironia se chama "reformas do ensino" leva sempre ao mesmo resultado: à progressão geométrica da perplexidade e da ignorância. E não custa compreender porquê. Desde os primeiros dias do regime (de facto, desde o "marcelismo") que o Estado proclamou e garantiu uma patente falsidade: que a "educação" era a base e o motor do desenvolvimento e da igualdade (ou, se quiserem, da promoção social). Não é. Como se provou pelo interminável desastre que veio a seguir. Mas nem essa melancólica realidade demoveu cada novo governo de mexer e remexer no "sistema", sem uma ideia clara ou um propósito fixo, imitando isto ou imitando aquilo, como se "aperfeiçoar" a mentira a tornasse verdade. Basta olhar para o "esquema" da avaliação de professores para perceber em que extremos de arbítrio, de injustiça e de intriga irá inevitavelmente acabar, se por pura loucura o aprovarem. Mas loucura não falta.


Vasco Pulido Valente (2 de Março de 2008)

domingo, 9 de março de 2008

Manifestação Gloriosa




Ontem, 8 de Março de 2008, foi um dia glorioso para os professores. Até eu, que já tenho alguma experiência em manifestações, senti uma emoção fora do normal.

Foi talvez a maior manifestação, ou pelo menos uma das maiores, que se realizaram no nosso país após os tempos áureos do PREC.

Os números variam entre os 80 mil e os 100 mil (números fornecidos pela polícia ou pelos organizadores). No entanto, estes números são irrelevantes, pois a manifestação foi enorme e a presença de professores foi altamente significativa, pois, no mínimo, estiveram presentes cerca de 70% do total de toda a classe docente.

O Ministério e o Governo não podem continuar cegos, surdos e mudos perante esta realidade e os professores não podem esmorecer na sua luta. Foi ganha uma batalha, a da mobilização, mas a guerra está ainda longe de estar ganha.

Muitos sacrifícios serão ainda pedidos ou exigidos aos professores, pois este Governo e esta política educativa já demonstraram à saciedade que é autista e fanática e ferida de défice democrático.

Todos os professores, ou pelo menos a sua esmagadora maioria, estão do mesmo lado: o da EDUCAÇÃO.

Amanhã, quando todos acordarmos da ressaca, temos de estar conscientes de que a luta continua e, por isso, temos de saber gerir este potencial, no sentido de exigirmos uma carreira única, um processo de avaliação justo, objectivo e formativo, com melhores condições de trabalho nas escolas, menos borucracia e a inclusão de todos os docentes no processo de ensino-aprendizagem segundo o mérito e não baseado no pressuposto de que os melhores professores são os que têm mais anos de serviço.

Por uma escola melhor, ao serviço da instrução dos alunos e que seja capaz de realmente abrir novas oportunidades para os alunos e não uma escola fazedora de clones obdientes e manipuláveis pelo poder político e/ou económico...

POR UMA ESCOLA VERDADEIRAMENTE DEMOCRÁTICA!

A LUTA CONTINUA!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Professores em Luta

Do meu amigo Jorge Seabra recebi este mail, que agradeço, e que aqui deixo para vossa apreciação e comentário:

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Passem os elogios iniciais a Valter Lemos (é a primeira vez que ouço alguém referir-se ao nosso querido secretário de estado como alguém trabalhador, é mais conhecida a sua faceta de absentista, mas o Sr. Ramiro lá terá as suas razões para dizer o que diz), é bom saber algumas estórias da génese do processo de avaliação que está em causa (depois dos comentários de Rebelo de Sousa, ontem à noite na RTP, cada vez mais acredito qua a nossa Marilu e o seu séquito são carne para canhão, e que já estão "vivos" há demasiado tempo). Não deixem também de visitar o blogue "RAMIROMARQUES", clicando na hiperligação abaixo.

Publicada a 7 de Fevereiro de 2008: Citação de:

RAMIRO MARQUES

"Vou contar pela primeira vez um episódio que esteve na génese do processo de avaliação de desempenho dos professores. O secretário de estado, Valter Lemos, que eu conheço desde os tempos em que estudámos juntos na Boston University, já lá vão 24 anos, pediu-me para reunir com ele com o objectivo de o aconselhar nesta matéria. Tenho de confessar que fiquei admirado com o conhecimento profundo e rigoroso que Valter Lemos mostrou ter da estrutura e da organização do sistema educativo português.Enquanto estudante, habituara-me a ver em Valter Lemos um aluno brilhante e extremamente trabalhador, qualidades que mantém passados tantos anos. No início, fui um entusiasta da avaliação de desempenho dos professores pois considerava que manter o status quo era injusto para os professores mais dedicados e competentes. Nessa altura, eu encarava a avaliação dos professores como um factor de diferenciação que pudesse premiar os melhores e incentivar os menos competentes a melhorarem o seu desempenho.Fiz algumas reuniões de trabalho com a equipa técnica do ME e logo me apercebi de que a Ministra da Educação estava a engendrar um processo altamente burocrático, subjectivo, injusto e complexo de avaliação do desempenho que tinha como principal objectivo domesticar a classe e forçar a estagnação profissional de dois terços dos docentes. Ao fim de duas reuniões, abandonei o grupo de trabalho porque antecipava o desastre que estava a ser criado. Nas reuniões que eu tive com a equipa técnica do ME, defendi a criação de fichas simples, com itens objectivos, sem a obrigatoriedade da assistência a aulas, a não ser para os casos de professores com risco de terem um Irregular ou um Regular, e com um espaçamento de três anos entre cada avaliação. Hoje, passados três anos, considero que se perdeu uma oportunidade de ouro para criar uma avaliação de desempemho dos professores realmente objectiva, justa, simples e equilibrada. Em vez disso, criou-se um monstro que vai consumir milhões de horas de trabalho nas escolas e infernizar a vida de muitos professores, roubando-lhes a motivação e a energia para a relação pedagógica e a preparação das aulas."

Atenciosamente,

A Equipa do Sala dos Professores.


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DIA 8 DE MARÇO TODOS À MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM LISBOA!

Eu estarei presente, e tu? Não entregues o ouro ao bandido!

domingo, 11 de novembro de 2007

Vergonhoso



Por sugestão de um comentário num post anterior resolvi ajudar a divulgar um artigo de um companheiro da blogosfera: Vergonhoso: professores das AEC não recebem.

Contra o silêncio. Marchar! Marchar!

Para quem quiser pode também aceder directamente ao blog CEGUEIRALUSA, o link está na lista: "Amigos e outros Blogs".

Se é vergonhoso o que o Ministério da Educação e o Governo, ou seja lá qual for a instância do Poder, andam demagogicamente a fazer com os Portugueses. Mais vergonhoso ainda é o silêncio dos Portugueses.

Participem, denunciem as injustiças, sejam cidadãos!

domingo, 10 de junho de 2007

Professores Titulares

O blog TUGA está a divulgar um artigo sobre o novo Estatuto da Carreira Docente, neste artigo pretende relançar e alargar a discussão sobre a carreira docente.

Leiam e divulguem este artigo, sobretudo os professores, quanto a pais e encarregados de educação, aproveitem para, em conjunto com os professores, fazerem um esforço para melhorar a qualidade do ensino que tão seriamente em sido atacada nos últimos anos.

Todos os agentes do ensino devem trabalhar em comum e com um único objectivo: dotar os alunos das condições que lhes permitam encarar o futuro com uma boa formação e criticamente.