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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Filhos de Assassinos



Filhos de Assassinos
 
1. Ficha Técnica


Texto: Katori Hall
Tradução: Francisco Frazão
Produção: TnE-teatronaescola
Encenação e direcção de actores: Álvaro Jaime Pacheco
Assistência de encenação: Mário Rietsch Monteiro
Sonoplastia: Álvaro Jaime Pacheco e Mário Rietsch Monteiro
Cenografia, adereços e figurinos: Álvaro Jaime Pacheco
Desenho de luz: Álvaro Jaime Pacheco
Interpretação: Nuno Medeiros (Vincent e Vincent pai); Ana Migueis (Bosco); Bruna Campos (Bosco); Sofia Silva (Bosco); Ana Sampaio (Emmanuel); Filipa Sousa (Ésperance); Inês Lopes (Vincent); Jonathan Amadeu (Innocent); Catarina Rocha (Gahahamuka); Joana Almeida (Gahahamuka); Beatriz Alves (Félicitè); Vanessa Seixas (Mamã); Joana Moreira (Ésperance); Filipa Paiva (Vincent); Ana Moreira (Gahahamuka); José Rodrigues (Gahahamuka); e Raquel Monteiro (Gahahamuka)
Desenho de máscaras: Lígia Almeida
Operação de luz e som: José Ricardo
Imagem: Sérgio Alves
Execução de dispositivos cénicos: LCMM Carpintaria e Marcenaria, Lda, e METALVA Soc. de Construções Metálicas de Valongo, Lda
Execução de figurinos: O Cantinho da Costura
Sinopse: O presidente do Ruanda está a libertar os assassinos. Anos depois do genocídio tutsi, os perpetradores começam a regressar ao campo a conta-gotas, de volta às suas aldeias. Três amigos – nascidos durante o rescaldo sangrento do genocídio – preparam-se para conhecer os homens que lhes deram vida. Mas à medida que o dia do regresso se aproxima os rapazes são assombrados pelos crimes dos pais.
Quem nos podemos tornar quando a violência é a nossa herança?

“Filhos de Assassinos” foi escrita por Katori Hall para ser estreada pelos grupos de teatro escolar e juvenil que integram a iniciativa PANOS promovida pela Culturgest em parceria com o programa Connections do National Theatre of London.

Data: 15 e 16 de Abril
Hora: 21:30
Local: Centro Cultural de Campo
Entrada: 1 Eur*

*A receita de bilheteira destina-se ao financiamento do próprio espectáculo.


2. Sobre o TnE-teatronaescola

O TnE-teatronaescola é uma estrutura do Agrupamento de Escola de Campo que desde 2005 tem vindo, de uma forma regular e sistemática, a promover a prática teatral com alunos do 2º e 3º ciclo de escolaridade. Desde peças originais a adaptações, entre apresentações mais tradicionais e espectáculos mais experimentalistas, o TnE já conta, nestes seis anos de existência, com 21 produções e mais de 40 apresentações públicas dos seus trabalhos.
O público-alvo do TnE tem sido a comunidade escolar e local. Com “Filhos de Assassinos”, o TnE expõem-se pela primeira vez a um público diferente procurando com esta experiência adquirir mais conhecimentos, alargar os seus horizontes e principalmente, facultar aos actores que formam o grupo, experiências únicas e formativamente significativas.


Apoios:

- Agrupamento de Escolas de Campo



- Câmara Municipal de Valongo



- Culturgest /Panos 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TEATRANDO 2011


CLICAR PARA AMPLIAR

  • Peça 1 – “Filhos de Assassinos”, de Katori Hall, pelo TnE-teatronaescola (Escola EB2,3 Pde. Américo - Campo)
  • Peça 2 – “Todos os Rapazes são Gatos”, de Álvaro Magalhães, pelo Grupo de Teatro da Escola EB 2,3 de Sobrado
  • Peça 3 - “A Birra do Morto - Farsa Trágica”, de Vicente Sanches, pelo Grupo de Teatro da Escola Secundária de Rio Tinto

O TEATRANDO 2011, Encontro Internacional de Teatro Escolar, organizado pelos Agrupamentos de Escolas de Campo e Sobrado, realizar-se-á no Centro Cultural de Campo (Valongo) nos dias 6, 7 e 8 de Maio de 2011 de acordo com o Programa acima divulgado.

A edição do TEATRANDO deste ano não terá carácter internacional porque a escola galega convidada a participar não poderá estar presente.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O Olho de Alá



Uma Produção Panmixia Associação Cultural em parceria com a Camaleão Associação Cultural

A partir do conto de Rudyard Kipling, ‘The eye of Allah’, a peça fala da viagem de John de Burgos, monge inglês, pintor de iluminuras, que vai até ao sul da Península Ibérica, em busca de ervas medicinais para o Convento e de tintas para a sua arte. No regresso do mundo árabe, traz com ele um pequeno instrumento a que chamavam Olho de Alá, o primeiro microscópio. Esta pequena maravilha permite ver seres extraordinários até numa simples gota de água, inspirando John de Burgos a criar fantásticos demónios para as ilustrações do seu Evangelho de S. Lucas. Quando Roger Bacon visita o Convento, fascinado perante tal avanço da Ciência, saúda o progresso: daqui a duzentos, trezentos anos todos passarão a usar este instrumento. Porém, o Abade do Convento tem sérias dúvidas acerca do herético e perigoso Olho de Alá. Afinal, será prudente antecipar assim o futuro?

Ficha Artística e técnica

Texto - José Carretas, José Geraldo
Encenação - José Carretas
Música Original - Telmo Marques
Concepção Plástica - José Carretas, Margarida Wellenkamp e Nuno Lucena

Elenco – Helena Faria, João Melo, José Geraldo, Linda Rodrigues, Pedro Estorninho, Rui Damasceno, Rui Queirós de Matos

Datas: De 17 de Setembro a 17 de Outubro de 2009, todos os dias, excepto segunda-feira, às 22h

Local: Garagem da Panmixia - Cace Cultural do Porto

Rua do Freixo, nº1070, Porto

Companhia Subsidiada pelo Ministério da Cultura




sexta-feira, 12 de junho de 2009

Presos por uma corrente de Ar


Tive a oportunidade de assistir, no passado dia 10 de Junho, ao espectáculo de abertura do Festival das Companhias Descentralizadas, "Presos por uma corrente de Ar", pelo Teatro do Montemuro.

A peça foi encenada por José Carretas ao bom estilo panfletário e representada pelo grupo de Teatro do Montemuro (Campo Benfeito).

Basicamente, estão lá representados os mitos de uma pequena povoação de interior: o presidente da câmara; a rotunda; o empreiteiro; os trabalhadores imigrados; o padre; os compadrios e oportunismos; a mulher recalcada, beata e a rebentar de libido pelas costuras.

Todos os ingredientes são misturados com mestria para, de forma simples, bem humorada e directa, desmascarar o que se passa por essas autarquias fora, desde as mais pequenas às maiores. Tudo é uma questão de dimensão, mas os oportunistas são os mesmos.

Teatro simples, directo e bem humorado, que descreve uma situação de todos conhecidos, mas que os compadrios ocultam e aqui se desmascaram.

Um aplauso muito grande para esta iniciativa e uma forte chamada de atenção para o bom trabalho cultural que se faz em muitas localidades do interior do país, a maior parte das vezes longe dos holofotes das televisões, das parangonas dos jornais e dos iluminados intelectuais das grandes cidades do litoral.

Encenação José Carretas Direcção Musical António Pedro Cenografia Kevin Plumb Interpretação Abel Duarte, Eduardo Correia, Paulo Duarte, Daniela Vieitas, André Rocha, Marco Freire e Giovanni Lourenço.



FESTIVAL DAS COMPANHIAS DESCENTRALIZADAS
10 a 14 de Junho de 2009
3ª Edição

Locais de Apresentação: Campo Benfeito, Lamego e Castro Daire



TEATRO do MONTEMURO

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Festival Internacional de Marionetas (Porto)

Obrigado Guilherme pela informação que enviaste, vou publicá-la imediatamente aqui na Cova do Lobisomem.


Festival Internacional de Marionetas, na Praça D. João I
12 a 20 de Setembro de 2008
Entrada Livre

Teremos uma parede de mentira porque tem portas de verdade
que sabem mais abrir do que fechar – e porque uma parede sozinha não fecha, enquadra.

O FIMP vai ter um Hino. Composto por Hélder Gonçalves dos Clã, será executado na Praça D. João I por uma Fanfarra, na primeira convocatória deste FIMP 2008. A Fanfarra levar-nos-á depois pelas ruas da baixa do Porto até ao TeCA. Aí será o espectáculo de abertura: pelo Teatro de Marionetas do Porto. Associamo-nos assim ao Teatro Nacional de S. João na celebração dos vinte anos de criações e actividade desta companhia. As primeiras palmas desta edição são para eles.

Sem bilheteiras, de portas abertas.
Vamos viver na Praça. Venha lá morar connosco.

Mais informações em: http://www.fim.com.pt

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E agora pergunto eu. Será que a exemplo dos aviões, que já há por aí notícias de que querem levar para Lisboa, também vão roubar-nos este evento?! Não... Primeiro, porque é cultura, depois porque é feito por gente do Porto. Só podia!!!

Guilherme

.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Serra Justa

Há anos a esta parte que se realiza, ao ar livre, no Parque de Santa Justa (Valongo), o espectáculo teatral Serra Justa. O texto e encenação são de autoria de Júnior Sampaio e a representação está a cargo do ENTREtantoTEATRO com a colaboração de várias agremiações culturais do Concelho de Valongo e conta com o apoio da Câmara Municipal de Valongo.



É uma peça metafórica que conta a história da formação e fundação de Valongo, desde as origens até aos nosso dias. Este espectáculo realiza-se todos os anos em finais de Agosto, portanto quem ainda não o viu deve aproveitar para fazê-lo num dos próximos anos.

Deixo-vos aqui um pequeno texto de Júnior Sampaio que ilustra bem o teor desta peça:

FAZEI-ME SER

Lusitano, sou Bárbaro ou Romano, sou Mouro ou Cigano
Sou herdeiro na longa e velha história
Carrego a memória... de pertencer a este povo...
(de pertencer a este povo...) Novo!
Valei-me Serra Justa! Valei-me, dai-me luta
Fazei-me ser quem sou, guiai-me pr'onde vou
O pão, a lousa, o povo, bugios e teatro
Fazei-me ser...
Sou mineiro, brinquedo, sou padeiro
Sou rio e sou serra
Sou a vida, ora amada, ora sofrida
Sou a paz, sou a guerra
Sou a alma de um povo
(de pertencer a este povo...) Novo!
Valei-me Serra Justa! Valei-me, dai-me luta
Fazei-me ser quem sou, guiai-me pr'onde vou
O pão, a lousa, o povo, bugios e teatro
Fazei-me ser...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Mineiro



Em noite de S. Martinho resolvi ir ao Teatro. Um dos actores é meu amigo do peito e era o último dia que a peça estava em cena.

O local foi o Forum Cultural de Ermesinde, a encenação de Júnior Sampaio e resultou de uma co-produção dos grupos ENTREtanto TEATRO e ESTACAZERO TEATRO, ambos da Área Metropolitana do Porto. A peça: MINEIRO, baseada em "A Cena do Ódio" de José de Almada Negreiros.

Uma encenação fabulosa, um texto muito interessante sobre o mundo hipócrita em que vivemos e uma actuação excelente do protagonista.

Dizia assim o convite: "MINEIRO um homem soterrado com os seus espectros concretos e utópicos. Num combate constante para fugir do mundo contemporâneo ele exorciza os vícios, os derrotados, os ultrajados, e discrimina o homem civilizado, os intelectuais, a canalha, a gente simples operária e (...) o burguês".

Texto denso em que cada frase tem de ser maduramente analisada, por isso se tiver oportunidade irei ver novamente a peça. Talvez haja uma reposição.

No fim ficaram a martelar-me na cabeça duas frase ditas pelo mineiro, e que cito de cor: "Esta vida é tão curta que ficamos sempre a meio caminho do desejo" e " com a idade a beleza deixa de ser tocada para ser só vista".

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Do programa de "Mineiro" retirei o texto que se segue, porque ajudará melhor a contextualizar a peça:

Medo do Outro.
Medo da Mãe. Medo do Pai.
Medo da Mão. Medo do Patrão.
Medo do Colega. Medo do Medo.
Medo da Amante. Medo da Mulher.
Medo do Outro. Medo do Medo.
Medo do Vivo. Medo do Morto.
Medo do Medo. Medo do Dedo.
Medo da Doença. Medo do Pânico.
Medo com Medo. Medo por Medo.


Um desmonoramento, provocado ou acidental, joga com a minha vida de quem não se importa de perder. Um jogo onde não há vencedores nem vencidos. Um empate? Não.
Um homem soterrado com os seus espectros concretos e utópicos, num combate para fugir do mundo contemporâneo, exorciza os derrotados e os ultrajados, discrimina o homem civilizado, os intelectuais, a canalha, a gente simples operária e (...) o burguês.
Com todos hei-de esperar o amor eterno dos homens.
Hei-de esperar humanidade.
Dói-me a falta de ser humano.

Júnior Sampaio
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Para a posteridade:

M I N E I R O
a patir de "A Cena do Ódio" de José de Almada Negreiros

texto, encenação e espaço cénico júnior sampaio
assistente de encenação daniela gonçalves
cenografia e figurinos rui azevedo
música original rui lima e sérgio gonçalves
interpretação hugo sousa e carlos gonçalves, emanuel de sousa, ivone oliveira, jaime pacheco, rita vieira, rui gomes, sara fernandes e tânia reis
imagem gráfica emanuel de sousa
produção executiva amélia carrapito, sofia leal [et], ivone oliveira, cláudia sousa [ez]
classificação etária m/14
duração aproximada 60 minutos