terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Caminho
O passado está enterrado.
À frente vejo o sonho,
Atrás ficou o pesadelo.
É sempre bom esquecê-lo,
O passado medonho.
À frente o céu estrelado,
Que ilumina a minha mente.
Doce Novembro
Marjorie Estiano - Doce Novembro
Poemeto de Pé Quebrado
A seguir num olhar.
Perguntas o que é amar.
A resposta fica no ar.
Amar é ser autêntico.
Viver aquele momento,
Sem esperar pagamento.
Sem viver o tormento.
Não esperes encontrar
O teu parceiro ideal.
Pode estar neste lugar,
Ou ser simplesmente irreal.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Carro que Respira
VER AQUI.
(ficheiro pps)
Aproveito para relembrar que, na nossa luta para fazer baixar o preço dos combustíveis, não devemos abastecer, nos próximos meses, nos postos GALP e BP. Talvez seja lirismo, mas se todos colaborarmos podemos vencer esta batalha.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Uma Nova Vida
sábado, 1 de dezembro de 2007
Começar Dezembro com um Azul Especial
SO EASY - MARJORIE ESTIANO
Composição: (Alexandre Castilho / André Aquino / Victor Pozas)
O que você quer eu quero mais
o que você diz não me distrai
mas pode acreditar em mim
que tudo fica bem mais fácil assim
So Easy
Sei que é difícil arriscar
amanhã quem sabe o que será
mas pode acreditar em mim
por que você tem tanto medo assim?
So Easy...
So Easy, me dá a mão, não há razão
So Easy, de se esconder nesse luga-a-a-aar
Delicadamente te levar
Muito além daqui desse lugar
Resistir é natural
Mas tudo se resolve no final
So Easy...So Easy, me dá a mão, So easy, não há razão
So Easy, de se esconder nesse luga-a-a-aar
{Solo}
Nanananananana... So Easy (2X)
me dá a mão, So easy, não há razão
So Easy, de se esconder nesse luga-a-a-aar
Delicadamente te levar
Muito além daqui desse lugar
Resistir é natural
Mas tudo se resolve no final (3X)
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Estes Putos
Sócrates e Cia. Excelente!
Obrigado Maya.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Mágoa
Vou celebrar
À procura de um sonho azul
Que vai voltar
Por todas as luzes do céu
Vou celebrar
Sonhos de mil histórias de amor
Sem acordar
A mágoa que passou
Não canto mais, não choro mais
É o vento que mudou
E agarro a força que restou
Por todas as juras perdidas
Vou celebrar
Às desilusões já esquecidas
Quero brindar
A mágoa que passou
Não canto mais, não choro mais
É o vento que mudou
E agarro a força que restou
Vem, p'ra longe daqui
Um outro lugar de azul e mar
Vem, não percas a luz que tem
o teu olhar
A mágoa que passou
Não canto mais, não choro mais
É o vento que mudou
E agarro a força que restou
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
25 de Novembro
Isto traz-me à memória um poema de OSWALDO MONTENEGRO, METADE:

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
E a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui
E a outra metade não sei
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é a canção
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
sábado, 24 de novembro de 2007
Porque Hoje é Sábado
Porque hoje é sábado.
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O Dia da Criação
I
Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.
Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.
II
Neste momento há um casamento
Porque hoje é sábado
Hoje há um divórcio e um violamento
Porque hoje é sábado
Há um rico que se mata
Porque hoje é sábado
Há um incesto e uma regata
Porque hoje é sábado
Há um espetáculo de gala
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que apanha e cala
Porque hoje é sábado
Há um renovar-se de esperanças
Porque hoje é sábado
Há uma profunda discordância
Porque hoje é sábado
Há um sedutor que tomba morto
Porque hoje é sábado
Há um grande espírito-de-porco
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que vira homem
Porque hoje é sábado
Há criançinhas que não comem
Porque hoje é sábado
Há um piquenique de políticos
Porque hoje é sábado
Há um grande acréscimo de sífilis
Porque hoje é sábado
Há um ariano e uma mulata
Porque hoje é sábado
Há uma tensão inusitada
Porque hoje é sábado
Há adolescências seminuas
Porque hoje é sábado
Há um vampiro pelas ruas
Porque hoje é sábado
Há um grande aumento no consumo
Porque hoje é sábado
Há um noivo louco de ciúmes
Porque hoje é sábado
Há um garden-party na cadeia
Porque hoje é sábado
Há uma impassível lua cheia
Porque hoje é sábado
Há damas de todas as classes
Porque hoje é sábado
Umas difíceis, outras fáceis
Porque hoje é sábado
Há um beber e um dar sem conta
Porque hoje é sábado
Há uma infeliz que vai de tonta
Porque hoje é sábado
Há um padre passeando à paisana
Porque hoje é sábado
Há um frenesi de dar banana
Porque hoje é sábado
Há a sensação angustiante
Porque hoje é sábado
De uma mulher dentro de um homem
Porque hoje é sábado
Há uma comemoração fantástica
Porque hoje é sábado
Da primeira cirurgia plástica
Porque hoje é sábado
E dando os trâmites por findos
Porque hoje é sábado
Há a perspectiva do domingo
Porque hoje é sábado
III
Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens, ó Sexto Dia da Criação.
De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra
E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra
Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.
Na verdade, o homem não era necessário
Nem tu, mulher, ser vegetal, dona do abismo, que queres como as plantas, imovelmente e nunca saciada
Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.
Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa
Descansasse o Senhor e simplesmente não existiríamos
Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas em queda invisível na terra.
Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes
Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia
Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo
Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa de sétimo dia.
Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águas em núpcias
A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio
A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em cópula
Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos
Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas
Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade
Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo
E para não ficar com as vastas mãos abanando
Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança
Possivelmente, isto é, muito provavelmente
Porque era sábado.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Homenagem ao meu amigo Pedro Martino
Na sua recente passagem pelo Vietname deixou-nos algumas das suas impressões das gentes que estão por detrás da gente. Convido-vos a ver as gentes do Vietname pelo olhos de Pedro Martino e, se possível, ver para lá dos olhos dele.
Obrigado Pedro e um grande abraço.
Vietnam (Gente 1)
Vietnam (Gente 2)
(Ficheiros PPS)
Esperar o que Acontece
Há ainda quem se lembre? Há ainda quem prefira ficar calado?
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Uma nêspera estava na cama
deitada, muito calada, a ver o que acontecia.
Chegou a Velha e disse:
olha uma nêspera e zás comeu-a !
É o que acontece às nêsperas
que ficam deitadas, caladas, a esperar o que acontece!
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Magia
A realidade é sempre mais simples do que a ilusão!
Aflição

uns pés passos largos; outra vez, caminhar devagar.
Entre o tremer e o abrasar, um modo
como se fosse o existir não mais que passar.
Para onde é que vou?
Se meço ou se me perco, se fio ou se desteço;
contar os números é para os sábios, eu só observo.
Fazer um círculo, desenhar quadrado:
a geometria é para quem sabe recomeçar.
Por que é que eu fico?
Minha história é sem início, não determina seu fim;
um dia perguntarão se fui gente ou estátua de sal.
Quando derem por minha ausência estarei
com meus olhos de saudade fitados para atrás.
Onde nos encontraremos?
Quando, o tempo de repousar?
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Poema original de Isaias Zuza Junior (Brasil) publicado iniciamente no se blog A Lanterna Mágica.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
PORTUGAL no EURO 2008
Jogo fraquito, com alguns requintes técnicos das nossas estrelas.Mas apesar do empate a 0 com a Finlândia no Estádio do Dragão, Portugal qualificou-se para o Europeu 2008.
Nos Sub 21, depois do empate com a Inglaterra a 1 golo é que as coisas estão mais pretas, mas enquanto há vida há esperança.
Parabéns PORTUGAL!
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Frase do Dia
"Se te derem um pontapé no cu, não te preocupes, é sinal que vais à frente..."
sábado, 17 de novembro de 2007
Tom Waits
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Cidadão do Mundo
Se ainda não assinaram esta petição, peço-vos que copiem o texto em baixo (em itálico) e o enviem para todos os vossos contactos para dar início a uma nova corrente de solidariedade.
Assim que o número de assinaturas atingir os 250 esse mail deverá ser enviado para o endereço abaixo indicado.
Obrigado pela vossa participação, o Mundo está mesmo aqui ao virar da esquina e nós não podemos estar de costas voltadas para ele.
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Date: Thu, 8 Nov 2007 12:36:44 +0000
Ultraje na África do Sul
Na última semana uma menina de 3 anos de idade na África do Sul foi espancada e violada. Ainda está viva. O homem responsável foi libertado da cadeia ontem. Anda solto nas ruas.
Se você estiver demasiado ocupado para ler este mail então assine apenas o seu nome e reenvie. O Governo planeia fechar a unidade da protecção da criança (CPU) e esta é uma petição contra esse plano. Esta é uma petição muito importante.
É uma parte essencial do sistema da justiça para as crianças. Você pode já
ter ouvido que há um mito em África do Sul segundo o qual ter sexo com uma virgem curará a SIDA. Quanto mais nova for a Virgem, mais potente é a cura.
Isto conduziu a uma epidemia de violações por homens infectados, infectando assim crianças inocentes.
Muitas morreram nestas violações cruéis. Recentemente na cidade do Cabo, um bebé de 9 meses foi violado por 6 homens. Pense por favor sobre isto por um momento. A situação do abuso de criança está a alcançar agora proporções catastróficas e se não fizermos alguma coisa, quem o fará?
Adicione amavelmente seu nome ao fundo da lista e passe por favor este Mail a tantas pessoas quantas conhece.
Se fores a assinatura nº 250 por favor faz um reenvio para:
childprotectpca@saps.org.za
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Farmacêutico Dorme Tranquilo
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FARMACÊUTICO DORME TRANQUILO
Muitas clientes de Carlos de Almeida não podiam pagar a vacina contra o cancro do Colo do Útero. Então, decidiu vendê-la sem lucro.
Carlos Almeida, 47 anos, director técnico da Farmácia de Santa Catarina no Porto, desenvolveu um projecto filantrópico com repercussões vitais na saúde das mulheres portuguesas:
- Abdicou das margens de lucro das duas vacinas preventivas do cancro do colo do útero à venda no mercado, ficando as duas ao mesmo preço.
"Não preciso ganhar dinheiro com este medicamento, porque vejo que há uma extensa série de pessoas que não a consegue comprar. E essa imagem é mesmo muito triste", explicou ao 24 Horas.
Com a consciência atormentada, este João Semana das farmácias decidiu fazer alguma coisa. Vende as vacinas ao preço que as compra, possibilitando a mais gente o acesso a um eficaz meio de prevenção de uma das doenças mais mortífereas do sexo feminino.
"Pensei fazer um desconto, mas ainda assim era cara. Não fiz acordo com laboratórios nem com ninguém quando decidi vender a preço de custo. Não tenho lucro, mas pelo menos durmo de consciência tranquila", diz.
As duas vacinas custam 481 e 433 Euros e a Famácia Santa Catarina está a vendê-las a 390 Euros - ainda assim um preço alto para uma grande maioria de famílias, principalmente numerosas.
Ciente das dificuldades, Carlos Almeida, lembrou-se de negociar com uma empresa de crédito, permitindo aos clientes comprar a vacina e pagá-la ao longo de um ano.
"É mais um meio para adquirir o tratamento", justifica.
E até quando a Farmácia Santa Catarina vai continuar com tão altruísta acção?
"Até a vacina ser incluída no plano de vacinação nacional ou até ser comparticipada pelo Governo. A prevenção não pode ser um previlégio", sublinha.
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"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores". Platão
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Mineiro

Em noite de S. Martinho resolvi ir ao Teatro. Um dos actores é meu amigo do peito e era o último dia que a peça estava em cena.
O local foi o Forum Cultural de Ermesinde, a encenação de Júnior Sampaio e resultou de uma co-produção dos grupos ENTREtanto TEATRO e ESTACAZERO TEATRO, ambos da Área Metropolitana do Porto. A peça: MINEIRO, baseada em "A Cena do Ódio" de José de Almada Negreiros.
Uma encenação fabulosa, um texto muito interessante sobre o mundo hipócrita em que vivemos e uma actuação excelente do protagonista.
Dizia assim o convite: "MINEIRO um homem soterrado com os seus espectros concretos e utópicos. Num combate constante para fugir do mundo contemporâneo ele exorciza os vícios, os derrotados, os ultrajados, e discrimina o homem civilizado, os intelectuais, a canalha, a gente simples operária e (...) o burguês".
Texto denso em que cada frase tem de ser maduramente analisada, por isso se tiver oportunidade irei ver novamente a peça. Talvez haja uma reposição.
No fim ficaram a martelar-me na cabeça duas frase ditas pelo mineiro, e que cito de cor: "Esta vida é tão curta que ficamos sempre a meio caminho do desejo" e " com a idade a beleza deixa de ser tocada para ser só vista".
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Do programa de "Mineiro" retirei o texto que se segue, porque ajudará melhor a contextualizar a peça:
Medo do Outro.
Medo da Mãe. Medo do Pai.
Medo da Mão. Medo do Patrão.
Medo do Colega. Medo do Medo.
Medo da Amante. Medo da Mulher.
Medo do Outro. Medo do Medo.
Medo do Vivo. Medo do Morto.
Medo do Medo. Medo do Dedo.
Medo da Doença. Medo do Pânico.
Medo com Medo. Medo por Medo.
Um desmonoramento, provocado ou acidental, joga com a minha vida de quem não se importa de perder. Um jogo onde não há vencedores nem vencidos. Um empate? Não.
Um homem soterrado com os seus espectros concretos e utópicos, num combate para fugir do mundo contemporâneo, exorciza os derrotados e os ultrajados, discrimina o homem civilizado, os intelectuais, a canalha, a gente simples operária e (...) o burguês.
Com todos hei-de esperar o amor eterno dos homens.
Hei-de esperar humanidade.
Dói-me a falta de ser humano.
Para a posteridade:
M I N E I R O
a patir de "A Cena do Ódio" de José de Almada Negreiros
texto, encenação e espaço cénico júnior sampaio
domingo, 11 de novembro de 2007
Vergonhoso

Por sugestão de um comentário num post anterior resolvi ajudar a divulgar um artigo de um companheiro da blogosfera: Vergonhoso: professores das AEC não recebem.
Contra o silêncio. Marchar! Marchar!
Para quem quiser pode também aceder directamente ao blog CEGUEIRALUSA, o link está na lista: "Amigos e outros Blogs".
Se é vergonhoso o que o Ministério da Educação e o Governo, ou seja lá qual for a instância do Poder, andam demagogicamente a fazer com os Portugueses. Mais vergonhoso ainda é o silêncio dos Portugueses.
Participem, denunciem as injustiças, sejam cidadãos!
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Defeitos
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Goodnight Moon
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Poema para a Morte
Beijo o vento com minha boca de flor.
É leve a brisa até se transformar em vento-forte,
carrega por ruas algo que se pode ver apenas
suspenso no ar, perto das estrelas, caindo nada...
Mas não te alcança o vento, e nem o sussurro,
porque é longe a tua presença e perto a falta...
Esta boca não abriu para a passagem do tempo
ou sequer se aproximou do céu ou levaram as ondas.
Voltou à terra e ficou roxa, a mesma flor
que nunca ninguém viu, nunca ninguém plantou.
Poema original de Isaias Zuza Junior (Brasil) publicado iniciamente no se blog A Lanterna Mágica.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Hoje
sábado, 3 de novembro de 2007
Segredo da Vida
Forte e Profundo
A interpretação do médico, que não conheço, mas a quem agradeço profundamente ter-me salvo a vida, é diferente da minha, pelo menos pontualmente, mas o contexto também é diferente.
Forte sou, sei-o agora. Quanto ao profundo bem, quanto a profundo, isso sim, gostaria de ser.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Erradicar a Pobreza
Todos nós podemos dar uma pequena contribuição, sem esperar nada em troca, a não ser a nossa satisfação de sermos cidadãos do Mundo e a nossa obrigação para contribuir para erradicar o maior mal da nossa sociedade.
Para tirar partido do site devem ter instalado o Google Earth, aliás neste site tem um link para fazer o download gratuito do Google Earth.
Não é necessário dinheiro, mas sim vozes que calem o silêncio.
O acesso a esse site pode ser feito a partir daqui: MDG Monitor
Com o mesmo objectivo também podem consultar este site Make Poverty History.
domingo, 28 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
YouTube
"Temos a satisfação de comunica-lo que seu nome foi mencionado em algum de nossos vídeos mais acessado de nossa rede."
Foi um pequeno vídeo, feito com uma simples máquina fotográfica em 21 de Julho de 2007, de um espectáculo memorável de Coco Montoya, realizado em Gaia, Porto.
Deixo-vos aqui novamente o link, para que possam continuar a visualizá-lo e, se possível, deixarem alguns comentários.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Recordar é Viver
Faz hoje quatro anos que faleceu a minha mãe, tinha quase noventa anos, faltava-lhe um mês e alguns dias para os completar (nesta foto deveria ter cerca de 75 anos).As saudades são muitas, mas o seu exemplo e o seu carácter mantêm-na sempre bem viva em todos os que lidaram com ela, em particular os filhos, netos e bisnetos.
Por isso todos sentimos sempre a sua presença e a recordamos com prazer.
Estás sempre no meio de nós. Um beijinho mãe!domingo, 21 de outubro de 2007
Vida
Conheci hoje pessoas fantásticas e quero deixá-lo aqui dito, porque a amizade não é uma questão de tempo, mas de autenticidade.
A minha vida mudou, agora sinto-me feliz, porque voltei a ser eu.
Para todos os meus verdadeiros amigos e amigas aquele abraço e beijos, conforme as preferências.
Sabem que podem sempre contar comigo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Mestre Júlio Resende
Adeus Amor
Já pouco me tens a dizer
Já bebi tudo de ti
Que de bom tinha a beber
Adeus amor, vou embora
Não me impeças por favor
Sabes que só vou agora
Porque dei tempo ao amor
Não suporto o teu modo
Carinhoso e paternal
No tom de quem sabe tudo
Sem saber o essencial
Adeus amor já me cansa
A canção do teu cinismo
Essa pose de quem dança
Sempre à beira do abismo
Adeus amor que cresci
Pouco me tens a dizer
Já bebi tudo de ti
E há mais mundo a beber
Não suporto o teu modo
Carinhoso e paternal
No tom de quem sabe tudo
Sem saber o essencial
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Letra: Carlos Tê
Música: Hélder Gonçalves
in Cintura, Clã
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Saudade
Aqui tinha 16 anos, morreu cerca de um mês antes de completar 90 anos.
Já fui um filho tardio, o último de um total de seis.
O seu modo de estar na vida continua a ser um exemplo e uma fonte de inspiração para mim.
















