P.: Por que as mulheres não querem mais casar?
R.: Porque não é justo ter de levar o porco inteiro quando só querem 100 gramas de linguiça.
P.: A que é que um homem chama de amor verdadeiro?
R.: Erecção.
P.: O que se diz de um homem que quer sexo no segundo encontro?
R.: Que é particularmente lento.
P.: Qual é a definição masculina para uma noite romântica?
R.: Sexo.
P.: O que deve fazer uma mulher quando o marido continua a correr em zig-zag pelo jardim?
R.: Continuar a atirar.
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Socorro, que alguém me ajude, as mulheres são tão cruéis, mas nós gostamos delas mesmo assim.
domingo, 31 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Vitela de Lafões
O prometido é devido. Vou dedicar a maioria dos próximos artigos a relatar alguns factos relevantes das minhas férias, intenção iniciada no artigo anterior dedicado ao Festival da Carballeira. Sem ordem cronológica os artigos surgirão conforme as recordações.
Hoje vou dedicar o meu tempo à vitela de Lafões.
A caminho de São Pedro do Sul, onde ia assistir ao Andanças, aproveitei para me deslocar ao restaurante Taberna do Lavrador em Cambra da Serra, Vouzela, local aprazível, bem perto da Cova do Lobisomem.
Neste local pode também ser admirada uma torre medieval e aproveitar o tempo para um retemperador mergulho numa excelente e bem cuidada praia fluvial. É preciso gastar energias para o repasto que se avizinha.
Mesmo no centro da pequena localidade de Cambra da Serra fica o restaurante acima citado, agradável e rústico. No entanto, o melhor estava para vir quando iniciámos as provas: uma belíssima sopa à lavrador, magníficas entradas, uma vitela deliciosa, doçaria tradicional e café. Tudo isto regado com um razoável tinto da casa de Silgueiros (região demarcada do Dão), mas há outras opções.
Iniciemos o nosso passeio gastronómico com uma visita à sede de concelho: Vouzela.

Igreja Matriz de Vouzela.

Ponte do comboio (Vouguinha) sobre o rio Vouga. Esta linha está hoje, infelizmente desactivada, mas parece que existem projectos para a activar e aproveitar, não só para servir as populações limítrofes, como para explorar os imensos recursos turísticos e paisagísticos desta bela linha ferroviária.

A Confraria dos Gastrónomos de Lafões, bem no centro de Vouzela.
Já em Cambra da Serra.

Bem perto da Cova do Lobisomem...

...encontramos a Taberna do Lavrador.

Será que está aberta?

Está! Olha, hoje há vitela de Lafões assada em forno de lenha.

É entrar pessoal.

A sopa à lavrador. Mmmmmm... que cheirinho...

... e que sabor. Como é pena não ser ainda possível sentir os aromas e os sabores na net.

Eis a dita cuja vitela... é de fazer crescer água na boca.

Esta magnifica vitela pode ser degustada na Taberna do Lavrador ao almoço de todos os domingos e feriados. Venham até cá que não vão dar por perdido o tempo, quer pelos sabores quer pela beleza das paisagens e acolhimento das gentes.
--------------------------------------------------
A Taberna do Lavrador encerra à segunda depois de almoço e terça todo o dia, segundo informação prestada no local, mas esta informação pode estar sujeita a alteração posterior.
Para quem vai do Porto a viagem é curta, cerca de uma hora. O percurso é simples e rápido: entra-se na A1; sai-se para a A25 logo a seguir à Estação de Serviço de Antuã e segue-se em direcção a Viseu; na saída de Vouzela/São Pedro do Sul, na rotunda, escolhe-se a direcção de Cambra. Para quem vai de outras localidades é só chegar à A25 e seguir as indicações dadas anteriormente. A Taberna do Lavrador fica bem no centro da pequena povoação de Cambra, logo que cheguem ao largo da Igreja é estacionar, a Taberna fica a poucos metros.
Depois disto só uma longa noite de amor para completar o ramalhete.
Hoje vou dedicar o meu tempo à vitela de Lafões.
A caminho de São Pedro do Sul, onde ia assistir ao Andanças, aproveitei para me deslocar ao restaurante Taberna do Lavrador em Cambra da Serra, Vouzela, local aprazível, bem perto da Cova do Lobisomem.
Neste local pode também ser admirada uma torre medieval e aproveitar o tempo para um retemperador mergulho numa excelente e bem cuidada praia fluvial. É preciso gastar energias para o repasto que se avizinha.
Mesmo no centro da pequena localidade de Cambra da Serra fica o restaurante acima citado, agradável e rústico. No entanto, o melhor estava para vir quando iniciámos as provas: uma belíssima sopa à lavrador, magníficas entradas, uma vitela deliciosa, doçaria tradicional e café. Tudo isto regado com um razoável tinto da casa de Silgueiros (região demarcada do Dão), mas há outras opções.
Iniciemos o nosso passeio gastronómico com uma visita à sede de concelho: Vouzela.

Igreja Matriz de Vouzela.

Ponte do comboio (Vouguinha) sobre o rio Vouga. Esta linha está hoje, infelizmente desactivada, mas parece que existem projectos para a activar e aproveitar, não só para servir as populações limítrofes, como para explorar os imensos recursos turísticos e paisagísticos desta bela linha ferroviária.

A Confraria dos Gastrónomos de Lafões, bem no centro de Vouzela.
Já em Cambra da Serra.

Bem perto da Cova do Lobisomem...

...encontramos a Taberna do Lavrador.

Será que está aberta?

Está! Olha, hoje há vitela de Lafões assada em forno de lenha.

É entrar pessoal.

A sopa à lavrador. Mmmmmm... que cheirinho...

... e que sabor. Como é pena não ser ainda possível sentir os aromas e os sabores na net.

Eis a dita cuja vitela... é de fazer crescer água na boca.

Esta magnifica vitela pode ser degustada na Taberna do Lavrador ao almoço de todos os domingos e feriados. Venham até cá que não vão dar por perdido o tempo, quer pelos sabores quer pela beleza das paisagens e acolhimento das gentes.
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A Taberna do Lavrador encerra à segunda depois de almoço e terça todo o dia, segundo informação prestada no local, mas esta informação pode estar sujeita a alteração posterior.
Para quem vai do Porto a viagem é curta, cerca de uma hora. O percurso é simples e rápido: entra-se na A1; sai-se para a A25 logo a seguir à Estação de Serviço de Antuã e segue-se em direcção a Viseu; na saída de Vouzela/São Pedro do Sul, na rotunda, escolhe-se a direcção de Cambra. Para quem vai de outras localidades é só chegar à A25 e seguir as indicações dadas anteriormente. A Taberna do Lavrador fica bem no centro da pequena povoação de Cambra, logo que cheguem ao largo da Igreja é estacionar, a Taberna fica a poucos metros.
Depois disto só uma longa noite de amor para completar o ramalhete.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Festival da Carballeira, Zas (Galiza)




Todos os anos se realiza no primeiro fim-de-semana de Agosto o Festival de Música Celta da Carballeira em Zas, pequena povoação galega a meio caminho entre Santiago de Compostela e Fisterra.
Este ano este Festival realizou-se pela 25ª vez, nos dias 1 e 2 de Agosto, com a presença dos seguintes grupos: Birimbao (Galiza), Briganthya (Euskadi), Triquel (Valladolid), Fía na Roca (Galiza), Quadrilha (Portugal), Luar na Lubre (Galiza), Wolfstone (Escócia), Clanadonia (Escócia).
Deixo-vos aqui um pequeno aperitivo feito com uma simples máquina fotográfica.
Fía na Roca
Quadrilha
Para quem gosta de música do mundo e particularmente de música de raiz celtíca é um festival a não perder. Para o ano há mais e lá estaremos. Será que nos vamos encontrar?
VIVA A CARBALLEIRA 2009!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Campeões Olímpicos (Pequim 2008)
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Who wants to live forever?
There's no time for us
There's no place for us
What is this thing that builds our dreams yet slips away
from us
Who wants to live forever
Who wants to live forever....?
There's no chance for us
It's all decided for us
This world has only one sweet moment set aside for us
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Who dares to love forever?
When love must die
But touch my tears with your lips
Touch my world with your fingertips
And we can have forever
And we can love forever
Forever is our today
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Forever is our today
Who waits forever anyway?
Queen
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Intervalo
Bem meus amigos durante os próximos dias estarei ausente das lides, pois na próxima quinta-feira (dia 21) vou fazer mais uma visita ao Talho S. João (Porto) onde serei novamente dissecado pelo carniceiro.
Espero que esta seja a última e, se tudo correr bem (vai correr) em breve retomarei as lides.
Abraço a todos.
Espero que esta seja a última e, se tudo correr bem (vai correr) em breve retomarei as lides.
Abraço a todos.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
A Cova do Lobisomem
Passeando por terras da Beira, descobri em Cambra, Vouzela, (aconselho a vitela de Lafões assada em forno de lenha - em breve escreverei um artigo sobre este petisco), a Cova do Lobisomem. isso fez com que resolvesse alterar o nome do meu blog para A Cova do Lobisomem.
Deixo-vos aqui a lenda do Lobisomem de Cambra.

Para ler melhor o texto basta clicar na imagem.
Deixo-vos aqui a lenda do Lobisomem de Cambra.
Para ler melhor o texto basta clicar na imagem.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
As Palavras
Socorrendo-me de Eugénio de Andrade, deixo-vos aqui uma questão séria para reflexão durante as férias.
AS PALAVRAS
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
AS PALAVRAS
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
Eugénio de Andrade
FÉRIAS!!! :D:D:D
Bem meus amigos vou a banhos, chegou o momento de fazer verdadeiras férias, são 15 diazitos de papo pró ar a curtir as diferenças, o Sol, as paisagens e as pessoas, mas sobretudo longe de computadores.
Depois do dia 15 estarei por cá uns 2 ou 3 dias e depois... bem depois lá vou outra vez (a 5ª no espaço de mais ou menos ano e meio) até ao talho S. João (Porto) para me entregar nas mãos do carniceiro.
Espero que esta minha estadia no talho-mor seja a última, mas já não digo nada. Para a próxima vez prometo que não adormeço ao volante.
Se tencionam casar então façam-no só no próximo dia 31 de Julho, porque a seguir entra Agosto. Façam o favor de se divertirem!
Até já!
Depois do dia 15 estarei por cá uns 2 ou 3 dias e depois... bem depois lá vou outra vez (a 5ª no espaço de mais ou menos ano e meio) até ao talho S. João (Porto) para me entregar nas mãos do carniceiro.
Espero que esta minha estadia no talho-mor seja a última, mas já não digo nada. Para a próxima vez prometo que não adormeço ao volante.
Se tencionam casar então façam-no só no próximo dia 31 de Julho, porque a seguir entra Agosto. Façam o favor de se divertirem!
Até já!
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Estados de Espírito
MUTAÇÃO
Que constantes
Mudanças
Serão
As que nos infligem?
Que constantes
Mudanças
Seremos
Obrigados a sofrer?
Porque é que estas
São inevitáveis?
E as escolhas tão escassas!
Transformarmos-nos
Constantemente,
Fazendo vénias ao destino,
Ao mesmo tempo vamos
Implorando:
- Misericórdia!
____________________________________________________________
Mais poesia de Marta Rietsch Monteiro: clicar aqui
Que constantes
Mudanças
Serão
As que nos infligem?
Que constantes
Mudanças
Seremos
Obrigados a sofrer?
Porque é que estas
São inevitáveis?
E as escolhas tão escassas!
Constantemente,
Fazendo vénias ao destino,
Ao mesmo tempo vamos
Implorando:
- Misericórdia!
Marta Rietsch Monteiro
____________________________________________________________
Mais poesia de Marta Rietsch Monteiro: clicar aqui
Love will tear us apart
Joy Division
When routine bites hard and ambitions are low
and resentment rides high but emotions won't grow
And we're changing our ways, taking different roads
Then love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold? You've turned away on your side
Is my timing that flawed? Our respect runs so dry
Yet there's still this appeal that we've kept through our lives
But love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
You cry out in your sleep, all my failings exposed
And there's tast in my mouth as desperation takes hold
Just that something so good just can't function no more
But love, love wil tear us apart again
Love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
Love, love will tear us apart again
TRADUÇÃO (sinceramente não gosto muito desta tradução, prefiro o original em inglês)
O Amor Vai Nos Dilacerar
Quando a rotina corrói forte
E as ambições são pequenas
E o ressentimento voa alto
Mas as emoções não crescerão
E vamos mudando nossos meios
Pegando estradas diferentes
Então o amor
O amor vai nos separar
De novo
O amor
O amor vai nos separar
De novo
Por que esse quarto é tão frio?
Você virado de costas do seu lado
É o meu tempo que falhou?
Nosso respeito murchou tanto?
Mas ainda há esta atração
Que mantivemos em nossas vidas
Então o amor
O amor vai nos separar
De novo
O amor
O amor vai nos separar
De novo
Você grita durante seu sono
Todos os meus fracassos expostos
E há um gosto na minha boca
Enquanto o desespero toma conta
Será que algo tão bom
Simplesmente não funciona mais?
Então o amor
O amor vai nos separar
De novo
O amor
O amor vai nos separar
De novo
Provocação
Depois de ter dado uma vista de olhos aos meus últimos artigos cheguei à conclusão que me estava a transformar numa filial do YouTube, por isso resolvi lançar uma pequena provocação para ver se desperto comentários interessantes.
Eu acredito que só temos uma vida, mas vamos imaginar que acreditava que a nossa passagem por este Mundo não é única (há quem acredite e quem sou eu para criticar as crenças dos outros). Pois se eu voltar a este Mundo gostava de ser mulher, pois de uma coisa tenho a certeza a de que seria lésbica, porque gosto demais de mulheres e elas, mesmo as que são más e têm má índole, são seres maravilhosos.
Eu acredito que só temos uma vida, mas vamos imaginar que acreditava que a nossa passagem por este Mundo não é única (há quem acredite e quem sou eu para criticar as crenças dos outros). Pois se eu voltar a este Mundo gostava de ser mulher, pois de uma coisa tenho a certeza a de que seria lésbica, porque gosto demais de mulheres e elas, mesmo as que são más e têm má índole, são seres maravilhosos.
domingo, 27 de julho de 2008
I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction
'cause i try and i try and i try and i try
I can't get no, i can't get no
When i'm drivin' in my car
And that man comes on the radio
He's tellin' me more and more
About some useless information
Supposed to fire my imagination
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what i say
I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction
'cause i try and i try and i try and i try
I can't get no, i can't get no
When i'm watchin' my tv
And that man comes on to tell me
How white my shirts can be
But he can't be a man 'cause he doesn't smoke
The same cigarrettes as me
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what i say
I can't get no satisfaction
I can't get no girl reaction
'cause i try and i try and i try and i try
I can't get no, i can't get no
When i'm ridin' round the world
And i'm doin' this and i'm signing that
And i'm tryin' to make some girl
Who tells me baby better come back later next week
'cause you see i'm on losing streak
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what i say
I can't get no, i can't get no
I can't get no satisfaction
No satisfaction, no satisfaction, no satisfaction
sábado, 26 de julho de 2008
Quando o pão que comes sabe a merda...
O Que Faz Falta
Traz Um Amigo Também
A Formiga No Carreiro
Venham Mais Cinco
Zeca eterno, mas sobretudo actual.
Viver ou Morrer pela Liberdade!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Viagem no Tempo
DESTAQUES E CURIOSIDADES (25 de JULHO)
Dia do Exército Português.
EFEMÉRIDES
1139. D. Afonso Henriques vence os Mouros na batalha de Ourique.
1415. Parte de Lisboa a armada portuguesa composta por mais de 200 embarcações para a conquista de Ceuta.
1909. O francês Bleriot realiza o primeiro voo sobre o canal da Mancha numa máquina mais pesada do que o ar.
1943. Mussolini foi derrubado do poder.
1962. Foi criada a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique).
1978. Nasceu, em Inglaterra, o primeiro "bebé-proveta".
2000. Um avião supersónico Concorde cai ao levantar voo de Paris, morrendo os seus 109 ocupantes (100 passageiros e 9 tripulantes) e ainda 4 pessoas que se encontravam no pequeno hotel dos arredores de Paris com o qual o avião chocou.
VIDA
1848. Nasceu o ex-primeiro-ministro inglês Arthur James Balfour.
MORTE
1934. Morreu, assassinado pelos Nazis, o Chanceler Austríaco Engelbert Dolfuss.
PESSOAL
1998. Início do processo que me arrastou para a degradação psicológica e me levou a bater no fundo durante o ano de 2007 (águas passadas não movem moinhos, só as torrentes abrem caminhos).
Dia do Exército Português.
EFEMÉRIDES
1139. D. Afonso Henriques vence os Mouros na batalha de Ourique.
1415. Parte de Lisboa a armada portuguesa composta por mais de 200 embarcações para a conquista de Ceuta.
1909. O francês Bleriot realiza o primeiro voo sobre o canal da Mancha numa máquina mais pesada do que o ar.
1943. Mussolini foi derrubado do poder.
1962. Foi criada a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique).
1978. Nasceu, em Inglaterra, o primeiro "bebé-proveta".
2000. Um avião supersónico Concorde cai ao levantar voo de Paris, morrendo os seus 109 ocupantes (100 passageiros e 9 tripulantes) e ainda 4 pessoas que se encontravam no pequeno hotel dos arredores de Paris com o qual o avião chocou.
VIDA
1848. Nasceu o ex-primeiro-ministro inglês Arthur James Balfour.
MORTE
1934. Morreu, assassinado pelos Nazis, o Chanceler Austríaco Engelbert Dolfuss.
PESSOAL
1998. Início do processo que me arrastou para a degradação psicológica e me levou a bater no fundo durante o ano de 2007 (águas passadas não movem moinhos, só as torrentes abrem caminhos).
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Light My Fire
Concerto memorável em Gaia/Porto, Portugal, no Festival Marés Vivas (19 de Julho de 2008).
Não consegui bilhete por isso limitei-me a ouvir e a tentar gravar alguma coisa com o telemóvel. Deixo-vos aqui um pequeno testemunho. Os Doors, mesmo sem Jim Morrison, são eternos. A qualidade é a possível, mas espero que gostem.
LIGHT MY FIRE
You know that it would be untrue
You know that I would be a liar
If I was to say to you
Girl, we couldn't get much higher
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire, yeah
The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
You know that it would be untrue
You know that I would be a liar
If I was to say to you
Girl, we couldn't get much higher
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
So, Come on baby, light my fire.
Não consegui bilhete por isso limitei-me a ouvir e a tentar gravar alguma coisa com o telemóvel. Deixo-vos aqui um pequeno testemunho. Os Doors, mesmo sem Jim Morrison, são eternos. A qualidade é a possível, mas espero que gostem.
LIGHT MY FIRE
You know that it would be untrue
You know that I would be a liar
If I was to say to you
Girl, we couldn't get much higher
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire, yeah
The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire
Try now we can only lose
And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
You know that it would be untrue
You know that I would be a liar
If I was to say to you
Girl, we couldn't get much higher
Come on baby, light my fire
Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
Try to set the night on fire
Robby Krieger / Jim Morrison
So, Come on baby, light my fire.
terça-feira, 22 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Rachel Corrie
Give peace a chance!
Num momento em que se aguarda - quase como uma inevitabilidade - um ataque de Israel ao Irão, a paz do mundo está seriamente ameaçada!!!
E quem pensar que "estas coisas" vão acontecer lá longe, está muito enganado...
Please translate this presentation in every languages and send it to all your friends all over the world.
Make your job! Give peace a chance!
Num momento em que se aguarda - quase como uma inevitabilidade - um ataque de Israel ao Irão, a paz do mundo está seriamente ameaçada!!!
E quem pensar que "estas coisas" vão acontecer lá longe, está muito enganado...
| Rachel Corrie.pps |
| Hosted by eSnips |
Please translate this presentation in every languages and send it to all your friends all over the world.
Make your job! Give peace a chance!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
I'm a Man (Chicago)
Well my pad is very messy, got whiskers on my chin
Never had no problems ’cause I’ve always paid the rent
I got no time for lovin’
Cause my time is all used up
I stand outside creatin’
All the groovy kinds of love
I’m a man, yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man, yes I am and I can’t help but love you so
If I had my choice of matter
I’d would rather be with cats
All engrossed in mental chatter
Showing where your mind is at
While relating to each other
How strong the love can be
By resisting all the good times with each groovy chick we see
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’ve got to keep my image
While I’m standing on the floor
If I drop upon my knees
It’s just to keep them on my nose
You think that I’m not human
And my heart is made of stone
But I’ve never had no problems
’cause my body’s pretty strong
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
If I had my choice of matter
I would rather be with cats
All engrossed in mental chatter
Showin’ where your mind is at
While relating to each other
How strong your love can be
By resisting all the good times with each groovy chick we see
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I’m a man yes I am and I can’t help but love you so
I gotta keep my image
While I’m standin on the floor
If I drop upon my knees
It’s just to keep them on my nose
You think that I’m not human
And my heart is made of stone
But I never had no problems
’cause my body’s pretty strong
I’m a man, yes I am, and I can’t help but love you so
Man, yes I am, and I can’t help but love you so
Man, yes I am, and I can’t help but love you so
Man, yes I am, and I can’t help but love you so
Chicago Transit Autorithy
Love Like a Man (Ten Years After)
You rolypoly
All over town
But you come on back to me
When things are down
Love like a man
Love all you can
Your satisfaction
Is growing less
If you come on back to me
Use my address and let you
Love like a man
Love all you can
You are the woman
You can't deny
You look so good to me, girl
You make me high
I'll tell you something
I think you know
When you flash those eyes at me
ALL SYSTEMS GO AND LET YOU
Love like a man
Love all you can
Ten Years After
Stairway to Heaven (Led Zepplin)
There's a lady who's sure all that glitters is gold
And she's buying a stairway to heaven
And when she gets there she knows if the stores are closed
With a word she can get what she came for
Woe oh oh oh oh oh
And she's buying a stairway to heaven
There's a sign on the wall but she wants to be sure
And you know sometimes words have two meanings
In a tree by the brook there's a songbird who sings
Sometimes all of our thoughts are misgiven
Woe oh oh oh oh oh
And she's buying a stairway to heaven
There's a feeling I get when I look to the west
And my spirit is crying for leaving
In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
And the voices of those who stand looking
Woe oh oh oh oh oh
And she's buying a stairway to heaven
And it's whispered that soon, if we all call the tune
Then the piper will lead us to reason
And a new day will dawn for those who stand long
And the forest will echo with laughter
And it makes me wonder
If there's a bustle in your hedgerow
Don't be alarmed now
It's just a spring clean for the May Queen
Yes there are two paths you can go by
but in the long run
There's still time to change the road you're on
Your head is humming and it won't go in case you don't know
The piper's calling you to join him
Dear lady can't you hear the wind blow and did you know
Your stairway lies on the whispering wind
And as we wind on down the road
Our shadows taller than our soul
There walks a lady we all know
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold
And if you listen very hard
The tune will come to you at last
When all are one and one is all
To be a rock and not to roll
Woe oh oh oh oh oh
And she's buying a stairway to heaven
There's a lady who's sure all that glitters is gold
And she's buying a stairway to heaven
And when she gets there she knows if the stores are closed
With a word she can get what she came for
And she's buying a stairway to heaven, uh uh uh
Led Zepplin
Sultans of Swing (Dire Straits)
You get a shiver in the dark
Its been raining in the park but meantime
South of the river you stop and you hold everything
A band is blowing dixie double four time
You feel all right when you hear that music ring
You step inside but you dont see too many faces
Coming in out of the rain to hear the jazz go down
Too much competition too many other places
But not too many horns can make that sound
Way on downsouth way on downsouth london town
You check out guitar george he knows all the chords
Mind hes strictly rhythm he doesnt want to make it cry or sing
And an old guitar is all he can afford
When he gets up under the lights to play his thing
And harry doesnt mind if he doesnt make the scene
Hes got a daytime job hes doing alright
He can play honky tonk just like anything
Saving it up for friday night
With the sultans with the sultans of swing
And a crowd of young boys theyre fooling around in the corner
Drunk and dressed in their best brown baggies and their platform soles
They dont give a damn about any trumpet playing band
It aint what they call rock and roll
And the sultans played creole
And then the man he steps right up to the microphone
And says at last just as the time bell rings
thank you goodnight now its time to go home
And he makes it fast with one more thing
we are the sultans of swing
Dire Straits
Foxy Lady (Jimi Hendrix)
Foxy
Foxy
You know youre a cute little heartbreaker
Foxy
You know youre a sweet little lovemaker
Foxy
I wanna take you home
I wont do you no harm, no
Youve got to be all mine, all mine
Ooh, foxy lady
I see you, heh, on down on the scene
Foxy
You make me wanna get up and scream
Foxy
Ah, baby listen now
Ive made up my mind
Im tired of wasting all my precious time
Youve got to be all mine, all mine
Foxy lady
Here I come
Im gonna take you home
I wont do you no harm, no
Youve got to be all mine, all mine
Here I come
Im comin to get ya
Foxy lady
You look so good
Yeah, foxy
Yeah, give us some
Foxy
Yeah, get it, babe
You make me feel like
Feel like sayin foxy
Foxy
Foxy lady
Foxy lady
Jimi Hendrix
Mercedes Benz (Janis Joplin)
Oh lord, wont you buy me a mercedes benz?
My friends all drive porsches, I must make amends.
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So lord, wont you buy me a mercedes benz?
Oh lord, wont you buy me a color tv?
Dialing for dollars is trying to find me.
I wait for delivery each day until three,
So oh lord, wont you buy me a color tv?
Oh lord, wont you buy me a night on the town?
Im counting on you, lord, please dont let me down.
Prove that you love me and buy the next round,
Oh lord, wont you buy me a night on the town?
Everybody!
Oh lord, wont you buy me a mercedes benz?
My friends all drive porsches, I must make amends,
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So oh lord, wont you buy me a mercedes benz?
Janis Joplin
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Bater o Pé
Recebi, via e-mail, o texto que se segue o qual nunca poderia deixar de divulgar.
BRAVO!

Discurso do ex-Ministro Brasileiro da Educação (exonerado das funções por Lula da Silva no primeiro semestre de 2004) nos EUA. Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos... Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o então Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros. Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam Buarque :
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa!"
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito importante... e porque foi CENSURADO!
Fonte: Cristovam Buarque
BRAVO!

Discurso do ex-Ministro Brasileiro da Educação (exonerado das funções por Lula da Silva no primeiro semestre de 2004) nos EUA. Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos... Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o então Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros. Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam Buarque :
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa!"
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito importante... e porque foi CENSURADO!
Fonte: Cristovam Buarque
terça-feira, 8 de julho de 2008
Arouca - Uma Recriação Histórica
Nos passados dias 4, 5 e 6 de Julho realizou-se em Arouca, pelo quinto ano consecutivo uma recriação histórica alusiva aos inícios do século XIX (cerca de 1830).
Esta iniciativa nasceu há cinco anos por proposta dos Drs. Afonso Veiga e António Vilar e a partir do terceiro ano passou a contar com o apoio da Câmara Municipal de Arouca (sinceramente não sei se este apoio acontece desde início, mas talvez sim). Desde há três anos que a dramaturgia, encenação e pesquisa histórica têm estado a cargo do meu grande amigo José Carretas.

José Carretas e Margarida Wellenkamp, dois
dos principais responsáveis pelo êxito deste evento
Este ano fui pela primeira vez a Arouca para assistir a um dos dias desta recriação, mais precisamente o segundo, e fiquei com vontade de, no próximo ano, assistir ao pleno desta magnífica recriação histórica.
Esta recriação histórica tem, a meu ver duas vertentes: os usos e costumes da época e o seu dia-a-dia; uma história político-amorosa com fundamento real.
A recriação desenrola-se no terreiro em frente ao Mosteiro de Arouca dividido por um casario. É sobretudo no terreiro contíguo ao Mosteiro e no interior do próprio Mosteiro que se desenrolam as cenas dramáticas. Neste espaço podemos ver em plena laboração oficinas artesanais de acordo com os métodos de produção da época. No terreno atrás do casario fronteiro ao Mosteiro desenrola-se uma feira e existem barracas de comes e bebes à semelhança do que aconteceria na época recriada.
É neste espaço que se desenrola a história político-amorosa. Aqui é feito prisioneiro e posteriormente enviado para Lamego e mais tarde para Viseu, onde será executado, Frei Simão de Vasconcelos, o frade guerrilheiro que luta pelos valores do liberalismo contra o absolutismo monárquico miguelista.
A vertente amorosa tem a ver com o recolhimento da jovem fidalga, Dona Briolanja, que após a morte dos pais pretende tomar votos e para tal se refugia no Mosteiro de Arouca. Surgem, vindos de Lisboa um jovem fidalgo seu primo que pretende demover Briolanja deste fim triste para moça tão bela. Como ele próprio diz, se a prima se refugiar no Mosteiro será como uma flor sem Sol, murchará. Entretanto, surge também um tio de Briolanja, o conde Vasconcelos e sua esposa Francisca, que pretendem apoiar a sobrinha na sua decisão de se dedicar à vida monástica e simultaneamente obter uma procuração da sobrinha que lhe permita tratar das suas terras.
Toda a dramaturgia gira em volta desta história, misturando-se algumas cenas picarescas como a do jogo da vermelhinha e o dia-a-dia de Arouca daquela época. As picardias entre o conde Vasconcelos e as entidades civis da região.
Muito mais haveria para contar, mas infelizmente não existe um folheto que conte a história que se passa à nossa frente. Sugere-se que no próximo ano seja distribuído aos visitantes um folheto com o essencial da história.
Tudo o que aqui se relata está, com certeza, cheio de lacunas, pois foi fruto da observação directa de um dos dias da recriação e das conversas fugazes tidas com o Zé Carretas, que andava atarefado de um lado para o outro para que nada do programado falhasse.
De assinalar que a maioria dos actores são populares de Arouca que interiorizam magnificamente os papéis que lhes estão destinados, de tal forma que o forasteiro ou visitante se sente como que um fantasma que viajou no tempo e vagueia pela história sem ser visto, apenas observa no papel de voyeur. Curiosamente numa das cenas mais fortes a que assisti, a entrada de Frei Simão em Arouca a caminho de Lamego, a população local e visitante da recriação deixa-se envolver e toma partido, o partido da liberdade.
Foto-reportagem (possível)
O recinto, o ambiente, o almocreve, o artesanato e a feira.



























Os cantadores e cantadeiras, a vermelhinha, os robertos e o escrivão.











Abrem-se as portas, dá-se início à recriação.


A cozinha do Mosteiro.



A botica do Mosteiro.


A sala de jantar do Mosteiro.

Nos claustros eis que surge, entre as monjas, Dona Briolanja.

Monjas, noviças, criadas e enferma.




A história: jovem fidalgo, conde Vasconcelos, Briolanja e outros personagens.







Passagem por Arouca do frade guerrilheiro, combatente da liberdade, Frei Simão de Vasconcelos.




E mais não foi possível registar porque, amador como sou (o que ama não pensa nas consequências), acabou-se a bateria da máquina fotográfica. Fica a promessa de que para o ano tentarei fazer uma reportagem completa de toda esta extraordinária recriação histórica.
Esta iniciativa nasceu há cinco anos por proposta dos Drs. Afonso Veiga e António Vilar e a partir do terceiro ano passou a contar com o apoio da Câmara Municipal de Arouca (sinceramente não sei se este apoio acontece desde início, mas talvez sim). Desde há três anos que a dramaturgia, encenação e pesquisa histórica têm estado a cargo do meu grande amigo José Carretas.

José Carretas e Margarida Wellenkamp, dois
dos principais responsáveis pelo êxito deste evento
Este ano fui pela primeira vez a Arouca para assistir a um dos dias desta recriação, mais precisamente o segundo, e fiquei com vontade de, no próximo ano, assistir ao pleno desta magnífica recriação histórica.
Esta recriação histórica tem, a meu ver duas vertentes: os usos e costumes da época e o seu dia-a-dia; uma história político-amorosa com fundamento real.
A recriação desenrola-se no terreiro em frente ao Mosteiro de Arouca dividido por um casario. É sobretudo no terreiro contíguo ao Mosteiro e no interior do próprio Mosteiro que se desenrolam as cenas dramáticas. Neste espaço podemos ver em plena laboração oficinas artesanais de acordo com os métodos de produção da época. No terreno atrás do casario fronteiro ao Mosteiro desenrola-se uma feira e existem barracas de comes e bebes à semelhança do que aconteceria na época recriada.
É neste espaço que se desenrola a história político-amorosa. Aqui é feito prisioneiro e posteriormente enviado para Lamego e mais tarde para Viseu, onde será executado, Frei Simão de Vasconcelos, o frade guerrilheiro que luta pelos valores do liberalismo contra o absolutismo monárquico miguelista.
A vertente amorosa tem a ver com o recolhimento da jovem fidalga, Dona Briolanja, que após a morte dos pais pretende tomar votos e para tal se refugia no Mosteiro de Arouca. Surgem, vindos de Lisboa um jovem fidalgo seu primo que pretende demover Briolanja deste fim triste para moça tão bela. Como ele próprio diz, se a prima se refugiar no Mosteiro será como uma flor sem Sol, murchará. Entretanto, surge também um tio de Briolanja, o conde Vasconcelos e sua esposa Francisca, que pretendem apoiar a sobrinha na sua decisão de se dedicar à vida monástica e simultaneamente obter uma procuração da sobrinha que lhe permita tratar das suas terras.
Toda a dramaturgia gira em volta desta história, misturando-se algumas cenas picarescas como a do jogo da vermelhinha e o dia-a-dia de Arouca daquela época. As picardias entre o conde Vasconcelos e as entidades civis da região.
Muito mais haveria para contar, mas infelizmente não existe um folheto que conte a história que se passa à nossa frente. Sugere-se que no próximo ano seja distribuído aos visitantes um folheto com o essencial da história.
Tudo o que aqui se relata está, com certeza, cheio de lacunas, pois foi fruto da observação directa de um dos dias da recriação e das conversas fugazes tidas com o Zé Carretas, que andava atarefado de um lado para o outro para que nada do programado falhasse.
De assinalar que a maioria dos actores são populares de Arouca que interiorizam magnificamente os papéis que lhes estão destinados, de tal forma que o forasteiro ou visitante se sente como que um fantasma que viajou no tempo e vagueia pela história sem ser visto, apenas observa no papel de voyeur. Curiosamente numa das cenas mais fortes a que assisti, a entrada de Frei Simão em Arouca a caminho de Lamego, a população local e visitante da recriação deixa-se envolver e toma partido, o partido da liberdade.
Foto-reportagem (possível)
O recinto, o ambiente, o almocreve, o artesanato e a feira.



























Os cantadores e cantadeiras, a vermelhinha, os robertos e o escrivão.











Abrem-se as portas, dá-se início à recriação.


A cozinha do Mosteiro.



A botica do Mosteiro.


A sala de jantar do Mosteiro.

Nos claustros eis que surge, entre as monjas, Dona Briolanja.

Monjas, noviças, criadas e enferma.




A história: jovem fidalgo, conde Vasconcelos, Briolanja e outros personagens.







Passagem por Arouca do frade guerrilheiro, combatente da liberdade, Frei Simão de Vasconcelos.




E mais não foi possível registar porque, amador como sou (o que ama não pensa nas consequências), acabou-se a bateria da máquina fotográfica. Fica a promessa de que para o ano tentarei fazer uma reportagem completa de toda esta extraordinária recriação histórica.
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